Bagel shop em Pinheiros une tradição com o clima descolado de NY

O Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e cogumelos
SEGUNDA TERçA QUARTA QUINTA SEXTA SáBADO
Segundas, Terças, Quartas, Quintas e Sextas das 09:00 às 20:00 Sábados das 10:00 às 20:00

Restaurante

telefone: (11) 2589-3198

Por: Redação | Comunicar erro

Muito mais do que um simples pãozinho, o bagel faz parte do dia a dia dos nova iorquinos. Recheado, doce ou como lanche, esse pão no formato de uma rosquinha é um verdadeiro sucesso. Se você nunca foi para Nova York, mas morre de vontade de experimentar essa delícia, precisa urgentemente conhecer o Kez – Bagel & Café.

Localizado na Rua dos Pinheiros, o corredor gastronômico da zona oeste, o restaurante é um enorme oásis para quem pretende conhecer todas as possibilidades de sabores do bagel com um diferencial muito importante: o pão de origem judaica, preparado com papoula e gergelim, é produzido no próprio local pela padeira Juliana Feher, o que garante frescor e controle da qualidade do alimento.

O Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e  cogumelos
Crédito: Nani Rodrigues | DivulgaçãoO Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e cogumelos
O Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e  cogumelos
Crédito: Nani Rodrigues | DivulgaçãoO Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e cogumelos
O Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e  cogumelos
Crédito: Nani Rodrigues | DivulgaçãoO Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e cogumelos
O Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e  cogumelos
Crédito: Nani Rodrigues | DivulgaçãoO Kez oferece desde versões tradicionais do bagel como os recheados com salmão defumado e pastrami, até opções de rosbife, salpicão de frango e cogumelos

Entre as muitas opções de bagel que o Kez oferece, estão desde versões tradicionais, como os recheados com salmão defumado (R$ 33) e pastrami (R$ 34), até opções de rosbife (R$ 27), salpicão de frango (R$ 22) e de cogumelos (R$ 24). ​No café da manhã as variações têm cream cheese de diversos sabores, o requeijão para dar um toque brasileiro, avocado e pasta de ovo.

Já no almoço, o cardápio do restaurante criado pelo chef Raphael Campos ganha pratos que vão além do anel de pão, como o Goulash (picadinho de mignon ao molho de vinho tinto e tomate com pimentões grelhados acompanhado de gnochi de batata), a R$ 38; e o peixe na crosta de bagel com purê de abóbora (R$ 28). Além de saladas (entre R$ 28 a R$ 32) e brunch aos finais de semana, que custam a partir de R$ 72 e servem duas pessoas.

Uma novidade no menu fica para os hambúrgueres servidos no bagel: tem desde opções mais simples, como o cheese bagel (R$ 25), até o cheese salada bacon (R$ 33).

Pensado pelos sócios Alan Niski e Daniel Grynberg como um espaço que fosse além de um simples restaurante, o Kez transforma seu ambiente clean, moderno e arejado com toques da cultura judaica em um local propício para um café ao longo do dia, uma reunião mais informal, ou até mesmo um local onde seja possível trabalhar. Para este público a casa oferece uma interessante variedade de bebidas que custam entre R$ 4,50 e R$ 9 e vão do espresso e coado, até bebidas de café especial e produzidas em prensa francesa.

“Queremos popularizar o conceito do bagel no Brasil e para isso é preciso oferecer variedades para que os consumidores tenham acesso ao verdadeiro pão judaico que é vendido em outros países”, afirma Alan Niski.

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Autor: Por: Redação