Balé da Cidade dança Caetano Veloso no Theatro Muncipal de SP

Desta vez não dá para perder! Espetáculo ‘Um Jeito de Corpo’ tem só cinco apresentações em meados de dezembro

Por: Redação
Nos dias
19/12 - 20/12
21/12
2019
No dia 19 de dezembro, às 20h, e nos dias 20 e 21, às 16h e às 20h. Classificação: 16 anos. Duração: 60 minutos.

Olha este presentão de fim de ano para quem curte dança e MPB! O Balé da Cidade de São Paulo faz apenas cinco novas apresentações do seu bem-sucedido “Um Jeito de Corpo”, no qual a companhia homenageia o poeta Caetano Veloso. O espetáculo acontece no Theatro Municipal de São Paulo, no dia 19 de dezembro, às 20h, e nos dias 20 e 21, às 16h e às 20h. Os ingressos custam entre R$12 e R$80 e já estão à venda aqui.

Caetano Veloso
Crédito: DivulgaçãoDesta vez não dá para perder! Caetano e Balé da cidade = <3

Com coreografia de Morena Nascimento e dramaturgia de Vadim Nikitin, a dança celebra a trajetória artística do cantor baiano, sem ter uma proposta biográfica. A ideia é expressar no corpo dos bailarinos alguns temas presentes nas composições e no universo criativo de Caetano.

As músicas evocam questões atemporais sobre a realidade brasileira, como a negritude e a resistência do povo negro, a busca por liberdade e a luta das mulheres contra o machismo e a opressão.

Cena de "Um Jeito de Corpo - Balé da Cidade Dança Caetano"
Crédito: Divulgação - site oficial do Theatro Municipal de São Paulo“Um Jeito de Corpo – Balé da Cidade Dança Caetano” evoca vários temas das músicas do compositor baiano

Coreógrafa, bailarina e diretor, Morena Nascimento tem uma formação híbrida e diversa na dança. Entre 2007 e 2009, ela integrou a conceituada companhia da saudosa bailarina alemã Pina Bausch (1940-2009). O convite de Ismael Ivo, diretor artístico do Balé da Cidade, para criar o espetáculo marcou a estreia de Morena na companhia.

50 anos de Balé da Cidade

Criado em 7 de fevereiro de 1968, o Balé da Cidade de São Paulo assumiu inicialmente o nome de Corpo de Baile Municipal, sob direção artística de Johnny Frankin. Nessa época, a companhia tinha a proposta de acompanhar as óperas do Theatro Municipal e apresentar apenas obras do repertório clássico.

Apenas em 1974, sob a direção de Antonio Carlos Cardoso, o coletivo passou a trabalhar a estética da dança contemporânea, que desenvolve até hoje. A qualidade artística do núcleo é reconhecida dentro e fora do país.

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