Cesar Oiticica Filho apresenta obras inéditas em exposição no MAM

Obra central da exposição de Cesar Oiticica Filho, “Núcleo Metaimagético” é composta por lâmpadas e imagens de negativos e cópias danificadas
Até
27
de janeiro 2019
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
De terça a sexta, das 12h às 18h
Sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h

Museu

Por: Redação | Comunicar erro

Em 'Metaimagens', fotografias, instalações, realidade virtual e obras interativas refletem sobre o fim da fotografia na era digital

Tem exposição nova no MAM Rio (Museu de Arte Moderna)! Em cartaz até janeiro na instituição do Parque do Flamengo, “Metaimagens” reúne vídeos, fotografias, instalações, realidade virtual e obras interativas que dão sequência à pesquisa de Cesar Oiticica Filho sobre o fim da fotografia na era digital. A entrada custa R$ 14 e R$ 7 (meia), e às quartas é gratuita.

Na mostra, o artista, cineasta e fotógrafo apresenta cerca de 15 trabalhos inéditos, associando a destruição parcial de seu trabalho e equipamento — ocorrida no incêndio do Projeto Hélio Oiticica em 2009 — à substituição da imagem fotográfica pela digital. E ainda, os desdobramentos desse meio em pintura, cinema, realidade virtual e objetos.

Exposição 'Metaimagens': obra do núcleo metaimagético
Crédito: DivulgaçãoObra central da exposição de Cesar Oiticica Filho, “Núcleo Metaimagético” é composta por lâmpadas e imagens de negativos e cópias danificadas
Exposição 'Metaimagens':
Crédito: DivulgaçãoMostra 'Metaimagens' reúne cerca de 15 obras inéditas do artista
Exposição 'Metaimagens':
Crédito: DivulgaçãoTrabalhos são um desdobramento da investigação poética de Cesar Oiticica Filho sobre o fim da fotografia na era digital

A obra central da exposição “Núcleo Metaimagético” é uma grande instalação composta por uma série de lâmpadas cercadas por dezenas de imagens dos negativos e cópias danificadas pelo fogo. Já a série “Metaimagem” é feita de  quatro impressões em tela das fotos danificadas pelo incêndio, que ganham intervenções de pintura sobre as partes derretidas.

Na parede do fundo do foyer, são projetadas as obras mais próximas do cinema, vídeo e da animção. A instalação sensorial “SolAr”, no final do percurso expositivo, reflete sobre a ditadura da imagem através de uma lâmpada de luz forte que age simultaneamente a um ventilador, ativando a sensação de frio e calor.

As obras podem ser vistas de de terça a sexta, das 12h às 18h, e aos sábados e domingos e feriados, das 11h às 18h. Ao longo da exposição, será apresentado ainda o filme “Hélio Oiticica” (2012), na Cinemateca do MAM.

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Autor: Por: Redação