Cia. do Ruído apresenta 3 peças de seu repertório no centro

SP Escola de Teatro recebe 'Meia-noite, Feliz Natal', 'Cérbera' e 'Oito Balas' de 19 de outubro a 4 de novembro

Por: SP Escola de Teatro Comunicar erro
Até
04
de novembro 2018
Segunda - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
Confira os horários de cada peça na publicação

Três peças compõem a Mostra Cia. do Ruído, que o grupo paulistano apresenta na SP Escola de Teatro a partir de 19 de outubro. Meia-noite, Feliz Natal, Cerbera e Oito Balas levam para o palco a hipocrisia da classe média que não tem coragem de assumir suas perversões, escondendo preconceitos de raça e sexualidade atrás de discursos libertários.

Até 4 de novembro, as peças se revezam, cada uma em um final de semana, com sessões às quintas, sextas, sábados e segundas, às 21h; e domingos, às 19h. No domingo de eleições, 28, não há apresentação. Os ingressos para cada espetáculo custam R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada).

Criada em 2016, a Cia. do Ruído leva suas três peças para a SP Escola de Teatro entre outubro e novembro deste ano

Dando início à mostra, “Meia-noite, Feliz Natal” é apresentada de 19 a 22 de outubro. A peça narra a primeira noite de Natal de uma família sem sua matriarca, Dona Martha. Entre celebração e nostalgia, os irmãos Assumpção finalmente revelam conflitos que há muito tempo são abafados em nome da família. Fundadora da Cia. do Ruído, Carol Rainatto assina a dramaturgia e a direção do espetáculo.

Entre 25 e 29 de outubro, é a vez de “Cérbera”. Dirigida por Elias Andreato e com dramaturgia de Carol Rainatto, a montagem é centrada em uma planta venenosa que pode matar por intoxicação sem deixar vestígios. A tentação, ou ameaça, de usá-la para bem próprio surge em cena, levantando questões do ser humano que muitos de nós ainda preferem ignorar.

“Oito Balas” fecha a mostra da Cia. do Ruído na SP Escola de Teatro de 1º a 4 de novembro. Assassinato, traições e mentiras pairam sobre Marion e Jean, personagens que se encontram em um bar decadente e entram em um jogo psicológico perigoso. A peça tem direção de Caio Salay e dramaturgia assinada por Carol Rainatto.