Cineclube: filmes clássicos são exibidos de graça no Bom Retiro

Para abrir a programação com chave de ouro, o espaço exibirá “A Moça do Calendário” e “Central do Brasil”. Não perca!

Por: Redação

Em outubro, a Oficina Cultural Oswald de Andrade, inaugura seu Cineclube com a exibição do filme “A Moça do Calendário” (2018), de Helena Ignez. As sessões de cinema são gratuitas e acontecerão, inicialmente, uma vez por semana.

A proposta é dar destaque para os filmes, nacionais e estrangeiros, que são consagrados pela crítica especializada, por serem inovadores na linguagem e na estética. Prepare a pipoca, leve a família e os amigos, e aproveite!

Crédito: DivulgaçãoFilme Central do Brasil (1998)

A primeira exibição, destinada aos maiores de 16 anos, ocorre no dia 29 de outubro, das 19h às 21h30. Sem emprego fixo, o quarentão Inácio (André Guerreiro Lopes) trabalha como dublê de dançarino à noite e mecânico durante o dia. Quando não está nas pistas ou operando veículos, seus pensamentos galvanizam para um relacionamento platônico com a bela garota (Djin Sganzerla) que estampa o calendário da oficina.

Após o filme, a diretora de “A Moça do Calendário“, Helena Ignez, contará sobre o seu processo criativo na direção e sua carreira como atriz. Quem quiser participar deve se inscrever até o dia 22 de outubro.

Já a segunda sessão do Cineclube será no dia 6 de novembro, das 18h30 às 21h30, com a exibição de “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles. O filme, que está completando 20 anos, conta a história de Dora Teixeira (Fernanda Montenegro), transcritora de cartas para analfabetos na estação que dá nome à obra. Num desses trabalhos, conhece o jovem Josué (Vinícius de Oliveira), cuja mãe é morta vítima de atropelamento, e decide acompanhá-lo na jornada para ajudar o garoto a conhecer o pai.

Após a exibição, o próprio Vinícius comandará um debate sobre o longa-metragem. A atividade é livre e aberta ao público.

Quem gosta de explorar a sétima arte também poderá participar de atividades sobre filmes de terror brasileiros e cinema fantástico espanhol. As oficinas precisam de inscrições, que podem ser feitas pelo site da unidade.

A primeira atividade será a oficina Novo Horror Brasileiro: dez anos de pavor nas telas 2008-2018, nos dias 23 e 24 de outubro, das 19h às 21h30. A proposta é apresentar um panorama dos filmes de terror nacionais, demonstrando como o gênero sempre esteve presente na cultura audiovisual e como ele se transformou e se adaptou à nossa realidade, conforme o estilo cinematográfico feito em cada época. O foco das aulas será levantar discussões dentro do contexto crítico e histórico, a partir de apresentações de trechos de filmes, trailers e documentários.

A oficina será coordenada por Carlos Primati, jornalista e historiador, que pesquisa o cinema de horror mundial. As aulas são destinadas às pessoas maiores de 16 anos, que podem se inscrever até o dia 17 de outubro.

O Cinema Fantástico Espanhol será o tema da oficina que acontecerá dia 25 de outubro, das 19h às 21h30. A Espanha se destaca como o país da nova era do cinema fantástico, tendo conquistado o maior número de inscritos nas 7ª e 8ª edições do Cinefantasy (Festival Internacional de Cinema Fantástico). Foram 166 inscritos na edição de 2016 e 264 na de 2018, a maioria interessada principalmente nos gêneros de horror e ficção científica.

Para contextualizar essa vertente do audiovisual espanhol, a Oficina convidou Marcelo Carrard, crítico e professor de cinema, e Leopoldo Tauffenbach, doutorando em cinema, para comandar as discussões. As inscrições devem ser feitas até 18 de outubro, e podem participar os maiores de 16 anos.

Oficina Cultural Oswald de Andrade
Crédito: Márcia AlvesA Oficina Cultural Oswald de Andrade é gerenciada pela Poesis

A Oficina Cultural Oswald de Andrade realiza atividades na formação e difusão cultural em diferentes linguagens artísticas. As atividades são gratuitas e no formato de oficinas, workshops, núcleos de estudos, seminários, residências artísticas, intercâmbios, apresentações cênicas, exposições, entre outros.

Oficinas Culturais é um programa da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo que atua desde 1986 na formação e na vivência da população no campo de cultura.


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