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Projeto Consciências Negras online enaltece cultura afro-brasileira

Navegue por 31 exposições virtuais feitas por 15 instituições poderosas!

Por: Redação
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Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

E se você pudesse aprender tudo sobre cultura afro-brasileira sem sair de casa? Com o projeto “Consciências Negras”, desenvolvido pelo Google Arts & Culture em parceria com 15 instituições de respeito, isso é possível de um jeito muito bacana: com a ajuda de 31 exposições virtuais. É muita representatividade!

Refeição, Maria Auxiliadora
Crédito: Museu Afro BrasilVocê pode ver quadros como “Refeição”, de Maria Auxiliadora

E olha que 13 dessas mostras são inéditas! O Museu de Arte da Bahia digitalizou pela primeira vez em alta-resolução 600 desenhos, pinturas e xilogravuras que retratam o negro e a cultura popular afro-baiana. Veja tudo neste link aqui.

Quer saber de algumas histórias relacionadas mais especificamente ao Dia da Consciência Negra? O Geledés Instituto da Mulher Negra preparou um conteúdo completinho sobre esse assunto. Clique aqui e confira.

Marcha Zumbi está vivo
Crédito: Januário GarciaMarcha “Zumbi está vivo” foi um dos eventos que contribuiu para a instauração do Dia da Consciência Negra

No Rio de Janeiro, ficava o principal porto escravagista das Américas. Do Santo Cristo à Praça Mauá, essa região recentemente restaurada é caracterizada pela mistura de ritmos, sotaques e estilos de vida. Na exposição “Porto do Rio”, organizada pelo Museu do Amanhã, o público conhece as manifestações artísticas e culturais que têm ocupado essa área.

Já o Museu Nacional de Belas Artes também deu uma importante contribuição para o projeto Consciências Negras. A partir das obras “Retrato do intrépido marinheiro Simão, carvoeiro do vapor Pernambucana” (José Correia de Lima) e “Retrato de Silvino de Almeida Brito” (Pedro Américo), a mostra “Nas brechas das representações” reflete sobre como os negros e negras eram retratados nas pinturas e esculturas ao longo dos séculos 19 e 20.

Consciências Negras, Google Arts & Culture
Crédito: Museu Nacional de Belas Artes/ reproduçãoos negros não costumavam ter destaque nas pinturas durante o período colonial e imperial brasileiro

Em uma série de fotografias de costumes brasileiros, Christiano Junior captou os rostos de diversas pessoas africanas escravizadas. Essas imagens pertencem ao acervo do Museu Histórico Nacional (MHN) e podem ser vistas neste link aqui.

Consciências Negras
Crédito: Christiano JuniorEscrava também conhecida como “escrava que ganha” vendendo frutas

Ainda é possível conhecer e valorizar inúmeras obras feitas por artistas negros. Contribuíram para essa seleção o Instituto Moreira Salles, a Pinacoteca de São Paulo, o Museu da Pessoa, o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte, o Museu de Arte Moderna Rio, o Museu Oscar Niemeyer, entre outros.

Se liga neste conteúdo inédito e incrível produzido pelo Museu Afro Brasil para o projeto: quatro artistas brasileiros foram selecionados para retratar histórias de protagonismo negro pouco conhecidas e que contribuíram para a formação do nosso país. Simplesmente fundamental!

Museu Afro Brasil, Google Arts & Culture
Crédito: Museu Afro BrasilMuseu Afro Brasil preparou conteúdo especial para o projeto Consciências Negras

Desta forma, os visitantes virtuais descobrem detalhes sobre os Ibejis, os Irmãos Timotheo, a Irmandade da Boa Morte e as tecnologias africanas presentes no nosso dia a dia até hoje. São trabalhos de Heloisa Hariadne, Pegge, Robinho Santana e Jess Vieira que revisitam e dão voz a narrativas marginalizadas.

Esse é só um pequeno gostinho do que o projeto Consciências Negras oferece via Google Arts & Culture. Acesse a plataforma aqui sem qualquer pressa e conheça um pouquinho mais sobre a riquíssima cultura afro-brasileira, o que é tão essencial para compreender a formação da nossa sociedade e lutar contra o racismo que – infelizmente – estrutura nosso país.

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