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Exposição no Sesc Pinheiros explora a ilusão de ótica

Idealizada pelo Museu de Arte Moderna de Varsóvia, mostra apresenta trabalhos provenientes do leste Europeu e da América Latina entre os anos 1950 e 1970

Por: Redação

Até 28 de outubro de 2018

Domingo - Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado

De terça a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h

Grátis

Logo no pós-guerra, entre as décadas de 1950 e 1970, diversos artistas latino-americanos e do leste europeu dedicaram-se à criação de obras que produzem efeitos visuais por meio de movimentos físicos ou ilusão de óptica. Alguns destes trabalhos podem ser vistos no Sesc Pinheiros, zona oeste de São Paulo, entre os dias 10 de agosto e 28 de outubro, de terça a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.

Obra de Hélio Oiticica
Obra "Spatial relief v.10", de Hélio Oiticica , integra exposição no Sesc Pinheiros sobre Op Art e arte cinéticaDivulgação - Sesc Pinheiros
Obra de Hélio Oiticica
Obra "Metaesquema 56", de Hélio Oiticica , integra exposição no Sesc Pinheiros sobre Op Art e arte cinéticaDivulgação - Sesc Pinheiros
Obra de Lelio Oiticica
Obra "Metaesquema 47", de Hélio Oiticica , integra exposição no Sesc Pinheiros sobre Op Art e arte cinéticaDivulgação - Sesc Pinheiros
Obra de Lygia Clark
Obra "Bicho em Si", de Lygia Clark, integra exposição no Sesc Pinheiros sobre Op Art e arte cinética Divulgação - Sesc Pinheiros
Obra de Lygia Clark,
Obra "Bicho Flor", de Lygia Clark, integra exposição no Sesc Pinheiros sobre Op Art e arte cinética Divulgação - Sesc Pinheiros
Obra de Mira Schendel
Obra "Ondas Paradas", de Mira Schendel, integra exposição no Sesc Pinheiros sobre Op Art e arte cinética Divulgação - Sesc Pinheiros
Obra de Wojciech Fangor,
Obra "M41", de Wojciech Fangor, integra exposição no Sesc Pinheiros sobre Op Art e arte cinética Divulgação - Sesc Pinheiros

Para a exposição “Outro Trans-Atlântico: Arte Ótica e Cinética No Leste Europeu e na América Latina Entre os Anos 50 e 70”, a curadora polonesa Marta Dziewańska reuniu cerca de 100 obras de mais de 30 artistas e coletivos. Entre os destaques, produções dos brasileiros Helio Oiticica, Lygia Clark e Mira Schendel, dos latinos Julio Le Parc, Carlos Cruz-Diez e Jesus Rafael Soto e dos europeus Dvizhenie Group, Wojciech Fangor e Grzegorz Kowalski.

A mostra foi idealizada e esteve em cartaz no Museu de Arte Moderna de Varsóvia (Polônia) em 2017 e, em 2018, passou pelo Garage Museum of Contemporary Art, em Moscou, Rússia. Para o Brasil, além das obras originalmente expostas na Europa, foram acrescentados trabalhos de artistas latino-americanos.

As cidades de Varsóvia, Budapeste, Zagreb, Bucareste, Moscou, Buenos Aires, Caracas, Rio de Janeiro e São Paulo transformaram-se em importantes polos de Op Art. Em paralelo a esse movimento, os grandes centros de arte estabelecidos, como Paris, Londres e Nova York, dedicavam-se ao Expressionismo Abstrato, à Arte Informal e à Abstração Lírica.

Para Dziewańska, uma provável explicação para o florescimento da Arte Cinética e da Op Art nessas regiões é o fascínio pelo movimento, seus efeitos estéticos e as oportunidades dinâmicas que gerou, criando novas possibilidades para o engajamento do público.