Exposição no Sesc Pompeia reúne 147 obras de Lourenço Mutarelli

Dicão para os fãs de quadrinhos e artes plásticas! ‘Meu Nome Era Lourenço’ exibe telas, painéis, colagens, esculturas, desenhos e trechos de filmes

Por: Redação
Até
17
de fevereiro 2019
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
De terça a sexta-feira, das 10h às 21h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Os fãs do talentoso quadrinista, ilustrador, escritor e ator Lourenço Mutarelli estão prestes a ganhar um presentão de final de ano. A exposição gratuita “Meu Nome Era Lourenço” exibe no Sesc Pompeia, zona oeste de SP, 147 obras originais – e algumas inéditas – entre telas, painéis, colagens, esculturas e desenhos, um documentário e trechos de filmes estrelados pelo multiartista.

Painel sobre "O filho mais velho de Deus" de Lourenço Mutarelli
Crédito: DivulgaçãoPainel inédito sobre “O filho mais velho de Deus”, o livro mais recente de Lourenço Mutarelli, é destaque na exposição

Com curadoria de Manu Maltez, a mostra fica em cartaz de 14 de novembro a 17 de fevereiro de 2019, com visitação de terça a sexta, das 10h às 21h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Dividida em 12 núcleos temáticos, a exposição apresenta ao público diferentes períodos da vida do homenageado, como a criação de suas histórias em quadrinhos e sua trajetória como ator e escritor. Esses espaços foram chamados de “Corredor de máscaras”, “Cadernos de experimentação”, “A caixa de areia”, “Diomedes – A trilogia do acidente”, “Travessia I – Primeiro texto”, “Travessia I – Segundo texto”, “Biblioteca”, “O cheiro do ralo”, “O natimorto – Um musical silencioso”, “Travessia II”, “O grifo de Abdera”, “Painel inédito de Mutarelli + O filho mais velho de Deus e/ou livro IV”.

Um dos destaques são uma série de 20 máscaras moldadas por Joaquim Almeida e pintadas por Mutarelli, inspiradas nos desenhos que este artista fez em seus cadernos na última década. As pinturas dialogam com o inconsciente e convidam o público para decifrar seus enigmas.

Entre as obras inéditas, estão dois painéis: um deles feito exclusivamente para a mostra sobre o último livro do artista, “O filho mais velho de Deus”, e o outro com lambe-lambes de pinturas originais. Há, ainda, dois bonecos feitos por Gigi Manfrinato e uma escultura elaborada por Marcelo Amp.

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