Exposição ‘Radiolas’ mostra a forte cena do reggae em São Luís

Em cartaz no MIS, mostra fotográfica revela a cidade maranhense considerada a capital do gênero no Brasil

Por: Redação
Até
19
de janeiro 2020
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
Terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h

Você sabia que São Luís, capital do Maranhão, é também a capital do reggae no Brasil? Pois a exposição de fotos “Radiolas”, no MIS, vai mostrar para São Paulo toda a força do ritmo que contagia a cidade nordestina!

foto de Felipe Larozza para a exposição radiolas
Crédito: Felipe LarozzaAo visitar o Maranhão em 2016, o fotógrafo paulista Felipe Larozza, 33, ficou surpreso com a afinidade dos locais com o reggae

Os maranhenses vivem e produzem reggae com tanta intimidade que até parece que a origem de tudo é ali. Existe um jeito próprio de dançar e uma cadência romântica nas músicas que dá ao estilo uma levada bem brasileira.

Atualmente, estimam-se cerca de 200 radiolas — nome dado às equipes de som — formadas por DJs, experientes montadores e aparelhagens com dezenas de potentes caixas amplificadoras empilhadas.

foto de Felipe Larozza para a exposição radiolas
Crédito: Felipe LarozzaFã do ritmo jamaicano desde adolescente, Larozza diz ter se encantado pelas particularidades da cena reggae no estado nordestino

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Mais recentemente, a cena Maranhense vem se espalhando pelo Brasil, especialmente na cidade de São Paulo.

Em cartaz no Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS SP), a exposição “Radiolas” é composta por 16 imagens, tiradas em 2016 e 2019, por Felipe Larozza, tanto em São Luís, quanto em São Paulo.

Nos retratos tirados, Larozza busca no estado de origem as raízes e atual situação dessa enorme cena cultural e se fecha com a chegada dessas equipes de som à cidade de São Paulo.

foto de Felipe Larozza para a exposição radiolas
Crédito: Felipe LarozzaPopular em toda a região, o ritmo exerce forte influência na cultura local

A exposição é a última mostra do programa Nova Fotografia 2019, do MIS, que selecionou seis trabalhos inéditos para serem expostos no Museu ao longo do ano de 2019.

Para conferir de pertinho a levada envolvente do reggae maranhense, é só colar no museu de terça a sábado, das 10h às 20h, ou de domingo, das 10h às 19h, até 19 de janeiro. A entrada é gratuita!

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