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Exposição reúne obras da arte abstrata da América Latina no CCBB

1pm006 'Ara Ararauna', de Magdalena Fernandez, é uma das 120 obras da exposição 'Construções Sensíveis'
Até
17
de setembro 2018
Domingo - Segunda - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado
Das 9h às 21h

Centro cultural

site: culturabancodobrasil.com.br

email: ccbbrio@bb.com.br

telefone: (21) 3808-2020

Desenhos, pinturas, esculturas, objetos, instalações, fotografias e vídeos integram a mostra 'Construções Sensíveis'

Quem passar pelo primeiro andar do CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) vai dar de cara com 120 obras da arte abstrata da América Latina na exposição “Construções Sensíveis”, em cartaz até setembro com entrada totalmente gratuita.

Montada a partir da coleção Ella Fontanals-Cisneros pelos curadores Rodolfo de Athayde e Ania Rodríguez, da Arte A Produções, a mostra reúne trabalhos de 60 artistas. Junto ao importante legado do concretismo e neoconcretismo brasileiros, são apresentadas as poéticas abstratas que prosperaram em outros países a partir dos anos de 1930: Argentina, Uruguai, Cuba, Venezuela, Colômbia e México.

Light Display', de Thomaz Farkas
Crédito: Divulgação'Light Display', de Thomaz Farkas, é uma das 120 obras da exposição 'Construções Sensíveis'
'Metaesquema', do brasileiro Hélio Oiticica
Crédito: Divulgação'Metaesquema', do brasileiro Hélio Oiticica
Ara Ararauna', de Magdalena Fernandez
Crédito: Divulgação1pm006 'Ara Ararauna', de Magdalena Fernandez, é uma das 120 obras da exposição 'Construções Sensíveis'
'Parabólica', de Gyula Kosice
Crédito: Divulgação'Parabólica', de Gyula Kosice
'Parabólica', de Gyula Kosice
Crédito: DivulgaçãoObra de Sandu-Darie é uma das 120 expostas em 'Construções Sensíveis'

Estão expostos desenhos, pinturas, esculturas, objetos, instalações, fotografias, vídeos e outros itens. “Bichos”, de Lygia Clark, “Tteia” de Lygia Pape, “Metaesquema” de Hélio Oiticica e as fotografias de Thomas Farkaz e Geraldo de Barros são algumas obras brasileiras em destaque.

A mostra oferece, através desse recorte da abstração no nosso continente, a oportunidade de apreciar o diálogo entre os artistas e grupos de diferentes nacionalidades. Pensada especialmente para o Brasil, ela presta ainda uma sutil homenagem à exposição “Arte Agora III, América Latina: Geometria Sensível”, que em 1978 ocupou o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e fora destruída em um incêndio. Muitos dos artistas apresentados naquela ocasião estão presentes em “Construções Sensíveis”, que pode ser vista de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h, até o dia 17 de setembro.

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Autor: Por: Redação