Feira Agroecológica e Cultural de Mulheres leva muito amor ao Butantã

Cerca de 40 expositoras apresentam produtos artesanais, naturais e veganos ❤

Por: Redação Comunicar erro

Cada vez mais, as pessoas buscam alternativas de consumo consciente, sendo perceptível o interesse em conhecer as histórias que produzem artesanatos e os caminhos que levam os alimentos frescos às mesas. A perspectiva da economia solidária, presente nesse processo de consumo, também é valorizada.

Seguindo esse movimento, surgiu a Feira Agroecológica e Cultural das Mulheres no Butantã, um espaço de fortalecimento da agroecologia, da economia solidária e feminista.

O evento, que acontece uma vez por mês no bairro do Butantã, tem a proposta de facilitar o acesso a alimentos frescos e artesanatos de qualidade à população, estreitando a relação entre produtoras e consumidores, além de gerar renda para mulheres de diferentes contextos e territórios. A feira ainda é protagonista de ações culturais e de valorização da região.

A Feira Agroecológica e Cultural de Mulheres no Butantã integra a Rede de Economia
Solidária e Feminista (RESF), além de ser uma iniciativa co-organizada pela Associação
Nacional Reggae, pelo NESOL (Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo –
USP) e pela Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da USP (ITCP/USP)
A Feira Agroecológica e Cultural de Mulheres no Butantã integra a Rede de Economia Solidária e Feminista (RESF), além de ser uma iniciativa co-organizada pela Associação Nacional Reggae, pelo NESOL (Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo – USP) e pela Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da USP (ITCP/USP)@A Feira Agroecológica e Cultural de Mulheres no Butantã integra a Rede de Economia Solidária e Feminista (RESF), além de ser uma iniciativa co-organizada pela Associação Nacional Reggae, pelo NESOL (Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo – USP) e pela Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da USP (ITCP/USP)
O espaço tem sido utilizado desde dezembro de 2017, através de uma parceria entre a
Associação Nacional Reggae – uma das entidades coordenadoras do evento – e a Prefeitura
Regional do Butantã
O espaço tem sido utilizado desde dezembro de 2017, através de uma parceria entre a Associação Nacional Reggae – uma das entidades coordenadoras do evento – e a Prefeitura Regional do Butantã@O espaço tem sido utilizado desde dezembro de 2017, através de uma parceria entre a Associação Nacional Reggae – uma das entidades coordenadoras do evento – e a Prefeitura Regional do Butantã
Tudo isso ao ar livre, na charmosa região do Butantã!
Tudo isso ao ar livre, na charmosa região do Butantã!@Tudo isso ao ar livre, na charmosa região do Butantã!

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Uma das coordenadoras do evento, Olivia Obri, explica como a gestão coletiva tem criado alternativas financeiras e de inclusão social para as mulheres que participam:

A feira tem a proposta de alimentar um coletivo de mulheres que possa autogerir sua organização, seus acordos internos, sua viabilidade econômica. A partir disso, foram criados, coletivamente, critérios para a seleção das expositoras que prezem por uma diversidade não só de produtos, mas de mulheres, levando em conta aspectos como classe, raça, etnia e cultura, sem se descolar da proposta agroecológica da feira.

São cerca 40 expositoras, que apresentam alimentos agroecológicos vindos direto do campo, cosméticos naturais, artesanatos variados (bolsas em tecido, bonecas negras, brinquedos infantis, bordados), roupas, objetos para decoração, petiscos naturais e comida vegana.

Produtoras independentes levam seus produtinhos ao evento <3
Produtoras independentes levam seus produtinhos ao evento <3 @Produtoras independentes levam seus produtinhos ao evento <3
Tem até merenda pet. gente!
Tem até merenda pet. gente! @Tem até merenda pet. gente!

O ambiente onde a feira é realizada proporciona uma experiência especial para quem vive na capital paulista, pois acontece em meio a uma área verde, com árvores e sem edificações. Um lugar agradável para passear com amigos e família, fazer comprinhas de alimentos saudáveis e artesanatos, ou simplesmente compartilhar uma boa conversa com as expositoras.

Para além da comercialização de produtos e alimentos, o evento tem criado um espaço regular de ações culturais, com programação de oficinas gratuitas. Entre as atividades já ofertadas, estão oficinas de percussão, ecoprint (estamparia apenas com vegetais), bolhas de sabão gigantes e fabricação de tintas naturais. Ainda fazem parte das atividades, a aula aberta de yoga, roda de capoeira e o espaço da Ciranda dos Curumins, onde acontece contação de histórias e também é usado para as crianças brincarem.

Texto por Gabriela Carvalho Silva.

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