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Fest.AR recria artes apagadas de SP com a ajuda do seu celular

Com realidade aumentada, o festival recupera obras de arte urbana que sumiram pelo movimento natural da cidade. É só baixar o app!

Por: Redação
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Até 28 de dezembro de 2020

Todos os dias

24h

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

Os milhares de murais, lambe-lambes e letreiros que colorem as ruas de SP tonam a cidade uma referência mundial em arte urbana! E toda essa riqueza é tema da primeira edição do Fest.AR – Graffitis Apagados de São Paulo, que recupera, por meio da realidade aumentada, as obras desse gênero que foram apagadas por conta do desgaste do tempo ou do próprio movimento da cidade.

Fest.AR - Graffitis apagados de SP
Crédito: "Entre o Amor e a Liberdade", de Tinho - divulgaçãoFest.AR recupera graffiti e outras obras de arte urbana incríveis!

Para contemplar todas essas artes, basta baixar o aplicativo Fest.AR (disponível para iOS e Android), caminhar até uma das obras (confira todos os endereços abaixo), sacar o celular, apontar o dispositivo e prontinho: é só admirar! O festival acontece diariamente até o dia 28 de dezembro.

Olha que legal:

Idealizado pela artista multimídia Giovanna Graziosi Casimiro, o Fest.AR tem a proposta de preservar e mostrar a importância dessa forma de patrimônio cultural contemporâneo e efêmero. A curadoria é assinada pela produtora cultural Vera Santana, em parceria com a artista Prila Maria.

Você tem a chance de conferir pela telinha artes nos estilos graffiti, lambe-lambe, lettering, bombing, serigrafia e estêncil, que estamparam paredes, muros e empenas da Avenida Paulista, da Rua da Consolação e do Centro. O próprio app indica os locais por meio de uma ferramenta de geolocalização.

Crédito: "Avenida Paulista", de SHN - divulgaçãoSP é referência mundial em Arte Urbana!

E no local, você ainda pode fotografar, filmar e até tirar aquela selfie linda na frente da obra. Agora é só soltar a sua criatividade!

Entre os trabalhos que você encontra no Fest.AR – Graffitis Apagados de São Paulo estão as artes de Nina Pandolfo, Rui Amaral e Tinho, os lambe-lambes de Bueno Caos, a serigrafia de SHN, a escrita de rua de Loba Gi e muito mais.

Curtiu? Então, confira baixo o endereço de todas as obras do Fest.AR – Graffitis Apagados de São Paulo:

  • 6emeia:  obras “Rádio Popular” e “Tetris” (2010)  estão na praça de esquina entre a Rua Treze de Maio e a Avenida Paulista, próximo a Japan House.
  • Bueno Caos: “Os leitores (série) – Judeu e Muçulmano” (2016) estão no Casarão da Rua Itacolomi, 254, em Higienópolis, e “Marielle” (2018), na Rua Amaral Gurgel, 720, Vila Buarque.
  • Jaime Prades: “Grande Transformação” (1987) está na passagem Paulista/Rebouças, ao lado direito no trecho central e “Foguete vermelho” (1987) está no trecho final da passagem Paulista/Rebouças, lado direito.
  • Loba Gi: “+ cultura/ Educação transgressora-libertária” (2018) está na Rua da Consolação, 1289.
  • Mauro Neri: “Qual verdade” (2013) está na Praça Roosevelt, República.
  • Nina Pandolfo:  graffiti “Caixa d’água” (2003) está na Rua da Consolação, 2514 (cobertura).
  • Nove: “Lembranças de uma doce primavera” (2014) está na Rua da Consolação, 2514 , lateral do prédio.
  • OPS(Vismoart): “Fora…” (2017) na Passagem Literária, na Rua da Consolação, esquina com a Avenida Paulista.
  • Rui Amaral: “O intusiamo de Anunnaki” (2012) está na Av. Paulista, 568, Bela Vista.
  • SHN: as obras “Avenida Paulista” (2017), está na Av. Paulista, 2240, Bela Vista, e “Banca do Copan” (2015) está na R. Araújo, 200, República.
  • Subtu: “Amor de mãe” (2013) está no túnel da Paulista.
  • Sujeitas: “3h da Madruga” (2019) está na Rua da Consolação, 1906.
  • Tinho: “Entre o amor e a liberdade” (2016) está em frente ao Cine Petra Belas Artes, na Rua da Consolação, 2423.

Viva a arte urbana!

 

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