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Grandes artistas e pensadores se reúnem no Festival Cajubi ✨

Mostra virtual é inspirada em lenda indígena da etnia Karajá e discute o reencontro das pessoas com suas matrizes, heranças e identidades

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Nos dias

23/02 - 24/02
25/02

2021

Das 18h30 às 22h

Com a missão de dissipar as trevas e expandir o pensamento dos nossos dias turbulentos, o Festival Cajubi: Ruptura e Reencanto reúne um timão de artistas e teóricos para criar um debate sobre identidade cultural e social.

Festival Cajubi - Juçara Marçal, Tom Zé, Elisa Lucinda, Letrux, Tiganá Santana e Ailton Krenak
Crédito: José de Holanda | AndreConti | @elisalucinda/Twitter | Antonio Brasiliano | José de Holanda | @ailtonkrenak.krenak/FacebookJuçara Marçal, Tom Zé, Elisa Lucinda, Letrux, Tiganá Santana e Ailton Krenak são destaques do Festival Cajubi

A programação, que você confere completinha abaixo, acontece entre os dias 23 e 25 de fevereiro, das 18h30 às 21h, e pode ser acompanhada no Youtube e no Instagram @festivalcajubi.

A mostra virtual, que tem curadoria de Antonio Leal de Oliveira e Marcia Ribeiro, é inspirada na mitologia da etnia indígena Karajá, mais especificamente na lenda do pássaro Cajubi, que rasga as trevas com seu voo, criando a separação entre o dia e a noite.

E essa bela imagem sobre as possibilidades de ruptura com a atual realidade bizarra na qual vivemos incentiva o evento a defender o reencantamento pelas nossas matrizes, heranças e sonhos deixados para trás. Bonito, né?

O que assistir no Festival Cajubi?

O mago da música Tom Zé e o tradutor, crítico literário e professor Marcio Seligmann-Silva se encontram para uma conversa bem especial logo na abertura do evento, no dia 23 de fevereiro, às 18h30.

Em seguida, às 20h30, a cantora Juçara Marçal e o percussionista Décio 7, do Bixiga 70, preparam aquele showzinho gostoso. E, para fechar a noite, às 21h, você assiste ao documentário “Gyuri” (2019), de Mariana Lacerda, sobre a trajetória da fotógrafa e ativista Claudia Anjujar ao lado dos yanomamis.

O segundo dia de Festival Cajubi, 24 de fevereiro, começa às 18h30 com uma conversa entre o escritor Luiz Antonio Simas e o cantor, compositor e poeta Tiganá Santana, que se apresenta na sequência, a partir das 20h30.

Já a sessão de cineminha, às 21h, exibe o documentário “Limiar”(2020), de Coraci Ruiz, sobre uma mãe que resolve filmar, com toda a sensibilidade do mundo, a transição de gênero de seu filho.

O filósofo, ambientalista, poeta e escritor indígena Ailton Krenak bate um papo mega especial sobre representatividade com a atriz, poeta e escritora Elisa Lucinda no último dia festival, 25 de fevereiro, às 18h30.

A cantora Letrux assume o microfone na sequência, às 20h30, para um pocket show lindão. E a sessão das 21h exibe o documentário “Espero tua (re)volta” (2019), de Eliza Capai, que acompanha as lutas estudantis brasileiras desde as marchas em 2013 até a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.

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Agência Fática

Em parceria com Agência Fática

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