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Festival Mana 2.0 enaltece as mulheres da música paraense ❤️

Mostra virtual (e poderosa) reúne Tulipa Ruiz, MC Tha, Keila, Nic Dias, Bruna BG, Suraras do Tapajós e muito mais!

Por: Redação
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Até 19 de dezembro de 2020

Todos os dias

Diversos horários (consulte a programação)

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Bora valorizar a luta das minas que fazem arte no nosso país? Essa é a proposta do Festival Mana 2.0, que defende o protagonismo das mulheres na música – sobretudo no Pará! – em uma edição online empoderadíssima e repleta de shows, bate-papos, oficinas, mostra de videoclipes e projeções mapeadas.

Você confere essa mostra linda entre os dias 12 e 19 de dezembro, aqui na Twitch. E o melhor: é tudo grátis!

Festival Mana 2.0
Crédito: @donaonete/Facebook | divulgação | divulgação | divulgação | divulgação | Sibely Nunes | Vitoria LeonaDona Onete, Tulipa Ruiz, MC Tha, Suraras do Tapajós, Keila, Bruna BG e Nic Dias são alguns destaques do Festival Mana 2.0

Com curadoria e direção da cantora Aíla e da artista visual Roberta Carvalho, a mostra homenageia a cantora e compositora Dona Onete, que, aos 81 anos, é um ícone da música do Pará e da resistência das mulheres na arte.

Para agitar essa festona, o Festival Mana 2.0 conta com a presença de mais de 40 artistas da região Norte e de outros cantos do país, com destaque para as mulheres indígenas, negras, rappers, instrumentistas, cantoras, produtoras e jornalistas.

Você não pode perder os shows das paulistas Tulipa Ruiz e MC Tha, que fazem apresentações mais intimistas; do Suraras do Tapajós, o primeiro grupo de caribó formado por mulheres indígenas; das rappers Bruna BG e Nic Dias, que apresentam juntas o espetáculo “As Brabas do Norte”; do projeto “Chorinho das Manas”, que reúne artistas paraenses do choro; e de Keila, destaque na cena atual do tecnobrega.

Outro destaque são três oficinas de capacitação exclusivamente para mulheres, com os temas “Criação, produção e performance no Ableton Live”, ministrada por Neila Kadhí (BA); “Som ok! Vídeo ok! Como fazer uma live em casa”, com Flora Guerra (MG); e “Vjing para Shows”, com Lê Pantoja (RJ).

Uma série de painéis e bate-papos chamada Escuta as Manas ainda discute temas como “Shows cancelados: a live é o novo palco?”, “Mulheres na técnica – a graxa é uma arte!”, “Como lançar um álbum: do conceito às plataformas”, “Abra os ouvidos! A nova cena contemporânea da música é indígena”, “Produção musical na pandemia: é hora do home estúdio”,  “Na rua, na rima, na batalha: o rap é delas” e “Iniciativas amplificadoras de mulheres na música”.

Além de tudo isso, ao longo de todo o festival, prédios de Belém, Rio de Janeiro, São Paulo e outras cidades ganham projeções de clipes dirigidos e codirigidos por artistas amazônicas.

É muito poder, meu bem! A programação completa do Festival Manas 2.0 pode ser conferida neste site aqui.

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