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Festival Mundial de Circo tem atrações nacionais e internacionais

Online e gratuito, o evento apresenta espetáculos circenses, exposição, oficinas e documentários

Por: Redação

Até 25 de julho de 2021

Todos os dias

Diversos horários (confira a programação completa)

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Respeitável público, o circo chegou! O Festival Mundial de Circo foi transportado para o picadeiro virtual. A programação conta com 24 trabalhos de artistas do Brasil, Canadá, Espanha, França, Holanda e Uruguai.

Louana Seclet, Festival Mundial de Circo
Crédito: Roland Larente / Assessoria de Imprensa Casa 9A trapezista canadense Louana Seclet se apresenta com a técnica do trapézio Washington

A 20ª edição do Festival Mundial de Circo acontece de 16 a 25 de julho e conta com espetáculos circenses, exposição, oficinas e documentários. O público tem acesso gratuito a todas as atividades no site oficial do evento. Para assistir tudo, é só entrar na seção “Bilheteria” e fazer um cadastro.

As obras apresentadas trazem temáticas contemporâneas, como gênero, relações amorosas, os desafios da comunicação e as novas tecnologias, a solidão humana e o isolamento social no contexto da pandemia. Já a Mostra de Cenas Circenses conta com seis mostras inéditas, sendo quatro adultas e duas infantis.

Coletivo Pulsa, Festival Mundial de Circo
Crédito: Divulgação / Assessoria de Imprensa Casa 9Coletivo Pulsa se junta a artistas brasileiros no espetáculo “Cine Circo – Noite enluarada entre Ruínas”

O espetáculo “Cine Circo – Noite enluarada entre Ruínas” abre o Festival na sexta-feira. A apresentação, que foi produzida pelo próprio festival, tem direção virtual do catalão Cisco Aznar e participações de artistas brasileiros e uruguaios.

“Noite enluarada entre Ruínas” segue a proposta do Festival Mundial de Circo, que, desde 2006, promove produções em que artistas e diretores são convidados a trabalharem juntos em uma montagem inédita.

Durante três semanas, o artista catalão Cisco Aznar dirigiu os palhaços brasileiros Rafael Protzner, Ciro Ítalo e Carol Cony e Coletivo Pulsa do Uruguai. O resultado você confere no dia 16 de julho, a partir das 18h.

Encerrando essa super programação, nos dias 24 e 25 de julho, o destaque é “Em Panne”, do grupo canadense Os Sete Dedos da Mão. O coletivo é formado por artistas que trabalharam no premiado Circo du Soleil. Os Sete Dedos da Mão é uma referência na cena circense contemporânea!

O espetáculo retrata um futuro em que os teatros estão esvaziados e os recursos não existem mais. Dessa forma, os artistas são forçados a se reunir em segredo em vastos espaços abandonados. Produzida durante a pandemia, a obra é poética e de importante reflexão.

Méliejade Tremblay Bouchard, bambolê, circo
Crédito: Emmanuel Burriel / Assessoria de Imprensa Casa 9A artista Méliejade Tremblay Bouchard é especialista em contorcionismo e bambolê

Transportado para o ambiente virtual, o Festival Mundial de Circo ganhou uma plataforma especial. A ideia é levar o espectador para dentro do picadeiro. Em alguns cliques, o público encontra lonas, balões e dirigíveis. E tem até um Mestre de Cerimônias!

Na sua 20ª edição, o evento recebeu cerca de 700 propostas do Brasil e de várias partes do mundo. Destas, foram selecionados 24 trabalhos, que trazem um panorama da produção contemporânea circense.

Segundo Fernanda Vidigal, idealizadora e coordenadora do Festival Mundial de Circo, os espetáculos escolhidos possuem diversidade de estética, estilo e técnicas da arte do circo, como o trapézio, o malabarismo, o tecido, o contorcionismo, o bambolê, a palhaçaria, o ilusionismo, entre outras.

Clarice Panadés, Festival Mundial de Circo
Obra da exposição “A deriva da linha ou o mistério que salta”, em cartaz no festival

O mercado de trabalho, a criação artística e a falta de políticas públicas para o circo são algumas das questões debatidas no festival. Entre as oficinas previstas, estão “O Balão Torcido”, com Chacovachi e Maku Fanchulini (Escola Internacional de Palhaço), direcionada a palhaços e artistas em geral.

A oficina “Produção e Gestão Cultural” é direcionada a artistas e grupos circenses, e ministrada pelo produtor e gestor cultural Rômulo Avelar. As oficinas são gratuitas, mas necessitam inscrição prévia no site. O festival apresenta ainda a exposição “A deriva da linha ou o mistério que salta”, da artista visual e circense Clarice Panadés.

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