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Festival rec.tyty faz mergulho na arte indígena brasileira

Evento virtual reúne trabalhos visuais, sonoros, cinematográficas e fotográficos de 39 artistas. Saiba mais:

Por: Redação

Até 30 de maio de 2021

Todos os dias

Encontros, oficinas e apresentações: 17/4 a 25/4
Galeria virtual: 17/4 a 30/5

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Você tem a chance de mergulhar profundamente na produção artística indígena contemporânea direto da sua casa! Entre os dias 17 de abril e 30 de maio, o  festival rec.tyty disponibiliza uma galeria virtual com trabalhos de 39 artistas que exploram múltiplas linguagens. São obras visuais, sonoras, cinematográficas e fotográficas feitas em todo território nacional.

Yara Ashaninka, Festival rec.tyty - arte indígena
Crédito: Yara AshaninkaYara Ashaninka expõe suas fotos no Festival rec.tyty

E olha que a curadoria é poderosa! Envolve o ambientalista e filósofo Ailton Krenak, a filósofa Cristine Takuá, o cineasta Carlos Papá, a doutora em educação Naine Terena e a antropóloga e coordenadora-adjunta do MASP Sandra Benites.

Uma das atrações do evento é o Kunumi MC, rapper guarani, com suas canções sobre as lutas dos povos indígenas. O jovem artista já cantou com Criolo e é filho de Olívio Jekupé, um dos primeiros escritores indígenas a publicar um livro.

Nomes como Arissana Pataxó, Denilson Baniwa e Jaider Esbell, que têm se destacado no cenário das artes, também marcam presença com seus potentes trabalhos. Confira detalhes da programação aqui.

A ideia é criar um espaço para esses povos contarem as próprias histórias e manterem vivas suas tradições. O evento é uma iniciativa do Instituto Maracá, que tem o objetivo de fazer ressoar as vozes dos povos indígenas para o mundo.

Além de observar os trabalhos selecionados para o Festival rec.tyty, os visitantes podem ampliar – e muito! – seus conhecimentos sobre a cultura e a arte indígena.

Na primeira semana, entre os dias 17 e 25 de abril, acontecem encontros virtuais com convidados de quatro povos diferentes. Essa programação inclui conversas e demonstrações de cantos, danças, pinturas corporais, rituais e trajes que compõem suas identidades.

O público também conhece a primeira etapa do projeto Nhe’ẽry, dedicado à realização de oficinas artísticas para recriar os mapas da cidade e do litoral de São Paulo, a partir do das perspectivas do povo Mbya-Guarani.

O nome do festival é uma criação de Carlos Papá Guarani. A sigla “rec” remete ao “record” das câmeras quanto ao ato de recordar. Já a palavra guarani “tyty”, que aos nossos ouvidos soa como tâ-tâ, estabelece uma relação com os batimentos cardíacos, tornando-se uma metáfora para a emoção e o afeto.

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