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Com 29 filmes, festival ‘FIM’ enaltece cinema feito por mulheres ♀️

Mostra virtual homenageia a dramaturga, atriz e cineasta Grace Passô e discute a questão da representatividade nas telonas! Saiba tudo:

Por: Redação
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Até 17 de novembro de 2020

Todos os dias

Diversos horários (confira a programação)

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Atenção, cinéfiles: vocês acabam de ganhar um programão online (e potente) para conferir entre os dias 10 e 17 de novembro! Trata-se do “FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema”, que dá um belíssimo destaque para a produção cinematográfica feita e protagonizada por mulheres! Legal, né?

Os 29 filmes da segunda edição do evento – 19 longas, dois médias e oito curtas-metragens – são exibidos na plataforma innsaei.tv em dias específicos – alguns ficam disponíveis por apenas 24h e outros apenas durante a sessão. É preciso se programar para não perder nada!

Festival FIM - Festival Internacional de Mulheres no Cinema
Crédito: DivulgaçãoA grande homenageada do festival “FIM” é a atriz, roteirista, dramaturga e cineasta Grace Passô

A programação aposta nas questões da representatividade e da diversidade étnico-racial. Por isso, metade dos filmes é dirigido por mulheres pretas, pardas, indígenas e amarelas.

Essas produções estão divididas basicamente entre os programas “Mostra Competitiva Nacional”, “Mostra Internacional”, “Lute como uma Mulher” e “Todas as Mulheres do Mundo – Curta Kinoforum”. Algumas delas também são exibidas em sessões de tributos a grandes mulheres do cinema e da cultura.

Além disso, o festival promove uma série de atividades paralelas incríveis, como bate-papos, painéis e cursos, que discutem esses temas. Todas essas atrações podem ser conferidas aqui.

Vamos às homenagens?

A principal homenageada da edição é a roteirista, dramaturga, atriz e cineasta Grace Passô, que tem seus filmes “Vaga Carne” (2020), dirigido em parceria com Ricardo Alves Jr; “República” (2020); e “Sem Asas” (2019), de Renata Martins, exibidos na mostra. Além disso, ela participa de uma mesa-redonda com o tema “Arte em duplo twist carpado na pandemia”, no dia 13 de novembro, às 19h30.

Já a diretora francesa Claire Denis também ganha um tributo no “FIM”, com exibições de dois de seus filmes – a comédia romântica “Deixe a Luz do Sol Entrar” (2017), sobre um a mulher em busca de realizações no amor e na vida; e “35 Doses de Rum” (2018), a história de um pai e uma filha que vivem distantes do resto do mundo depois que perderam a esposa e mãe.

E quem ama a escritora Clarice Lispector (1920-1977) não pode perder dois filmões baseados na obra dela: o premiado clássico brasileiro “A Hora da Estrela” (1985), de Suzana Amaral, e a coprodução inédita Brasil-Argentina “O Livro dos Prazeres” (2020), de Marcela Lordy.

Temos mais dicas!

A “Mostra Competitiva Nacional” exibe sete longas – e você pode ajudar a decidir qual é o melhor deles! Entre os títulos, está “A Mulher de Luz Própria” (2019), de Sinai Sganzerla, um documentário sobre a atriz Helena Ignez, que foi uma forte personalidade do cinema nacional nos anos 60 e 70 e até inaugurou um estilo próprio de interpretação,

Outro destaque desse programa é “Aos Olhos de Ernesto” (2019), de Ana Luiza Azevedo, que apresenta o encontro entre Ernesto, um homem solitário que enfrenta as limitações da velhice e a crescente cegueira, e Bia, uma descuidada cuidadora de cães que coloca em risco o metódico cotidiano desse cara.

Já em “Um Dia com Jerusa” (2020), de Viviane Ferreira, a sensitiva Silvia, que trabalha como pesquisadora de mercado e enfrenta as difíceis condições do subemprego, conhece a graciosa Jerusa, uma senhora de 77 anos que é testemunha ocular do cotidiano no Bixiga, bairro recheado de memórias ancestrais.

Entre as atrações da “Mostra Internacional”, está a produção francesa “Abrir a Voz” (2017), de Amandine Gay. O filme trata da experiência vivida pelas mulheres negras vindas da história colonial europeia na África e nas Antilhas e dos conflitos ligados às condições de ser mulher e negra nesses países.

E o norte-americano “Jinn” (2018), de Nijla Mu`min, que narra o drama de Summer, uma jovem negra de 17 anos que tem uma reviravolta na vida depois que sua mãe, uma popular meteorologista, se converte repentinamente ao islamismo.

O festival “FIM” ainda conta com vários filmes incríveis em todos os seus programas especiais. Confira a programação completa aqui.

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