IMS recebe mostra inédita com desenhos de Millôr Fernandes

Retrospectiva de Millôr Fernandes fica em cartaz no IMS Paulista entre 19 de setembro de 2018 e 27 de janeiro de 2019
Até
27
de janeiro 2019
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
De terça a domingo e feriados (exceto segunda), das 10h às 20h, e na quinta, até às 22h

Centro cultural

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email: imspaulista@ims.com.br

telefone: (11) 2842-9120

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Quinhentos desenhos foram escolhidos para celebrar os 70 anos de trajetória do artista

A nova exposição do IMS Paulista explora a obra de um dos artistas brasileiros mais emblemáticos: Millôr Fernandes. Ele foi humorista, dramaturgo, jornalista e tradutor, com uma produção recheada de crítica social. Além disso, os seus desenhos marcaram diversas gerações. É a primeira retrospectiva dedicada a ele.

Desenho de Millôr Fernandes
Crédito: Millôr Fernandes - Divulgação - IMS PaulistaRetrospectiva de Millôr Fernandes fica em cartaz no IMS Paulista entre 19 de setembro de 2018 e 27 de janeiro de 2019

Assim, entre os dias 19 de setembro e 27 de janeiro, a instituição recebe a exposição “Millôr: obra gráfica”, composta por 500 desenhos originais do humorista. Os curadores Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires mapearam os principais temas presentes nos 70 anos de trajetória do artista, como vida, morte, escrita, sexo e a paixão ambígua pelo Brasil e suas misérias.

A mostra está dividida em cinco grandes conjuntos. Em “Millôr por Millôr”, estão desenhos em que o artista encontra-se consigo mesmo. As obras apresentadas aqui são autorretratos e variações do seu próprio nome.

Seu trabalho para a revista O Cruzeiro fica exposto na seção “Pif-Paf, o laboratório”. Quando iniciou estas produções, em 1945, Millôr cuidava apenas do texto. Mas logo passou a fazer também os desenhos para a coluna. Neste conjunto, os visitantes podem ver os leiautes junto com as páginas impressas.

Os núcleos “Brasil” e “Condição humana” exploram a vida no país, abordando desde as grandes questões da política e da economia até os embates cotidianos do homem com a morte, o casamento e a vida familiar. O público pode ver estas obras em seus suportes originais, com anotações e imperfeições.

Por fim, o último núcleo, “À mão livre”, revela seus exercícios essencialmente visuais. É possível encontrar céus, sóis, cães e gatos, ratos como cobaias, peixes, galinhas e muito mais!

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Autor: Por: Redação