Indígenas contam sua própria história em exposição na USP

Na mostra, indígenas falam sobre quem eles são hoje, uma vez que suas histórias costumam ser contadas levando em conta apenas o passado

Por: Redação
Até
01
de março 2020
Segunda - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado
segunda, quarta, quinta e sexta, das 9h às 17h
sábado, das 10h às 16h

“A sabedoria dos nossos povos ancestrais nos une e nos fortalece” é a frase estampada na placa que indica a área da exposição dedicada aos povos indígenas, no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. Ela está escrita na primeira pessoa, assim como a maioria das inscrições relacionadas aos grupos retratados. A frase introdutória, toda a disposição do espaço e os itens expostos foram feitos conforme a preferência deles.

exposição "Resistência Já! Fortalecimento e União das Culturas Indígenas" do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP
Crédito: Cecília Bastos/USP ImagensEntrada do espaço dedicado à cultura kaingang na exposição “Resistência Já! Fortalecimento e União das Culturas Indígenas” do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP

A exposição “Resistência Já! Fortalecimento e União das Culturas Indígenas” teve como proposta atender a três reivindicações dos grupos. Além do direito de falar por si, eles buscam um retorno sobre o que foi feito durante tantos anos com os diversos objetos coletados de seus ancestrais entre o fim do século XIX e 1947 na região paulista.

Por fim, esses povos desejam também falar sobre quem eles são hoje, uma vez que suas histórias costumam ser contadas levando em conta apenas o passado.

Além disso, por meio desse projeto é possível ressignificar o papel do museu e ressaltar sua importância para os próprios povos indígenas, uma vez que eles precisam dessa ancestralidade para manter suas culturas vivas, fortes e resistentes.

exposição "Resistência Já! Fortalecimento e União das Culturas Indígenas" do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP
Exposição “Resistência Já! Fortalecimento e União das Culturas Indígenas” apresenta vestimentas tradicionais dos povos indígenas de São Paulo

A exposição fica em cartaz até março de 2020, com portas abertas de segunda, quarta, quinta e sexta, das 9h às 17h, e de sábado, das 10h às 16h. A mostra conta também com duas aberturas, todas com apresentação de dança, artesanato e pintura corporal. No dia 10 de maio, o grupo guarani nhandewa é quem abre o evento e, em 14 de junho, o grupo terena. Em todas as datas, a abertura acontece das 14 às 18 horas, e a entrada é gratuita.

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