Mostra de cinema exibe curtas feitos só por mulheres

Casa Vulva e Guia Maria Firmina apresentam a Mostra LEE, de Livres, Extraordinárias e Excêntricas
Por: Redação | Comunicar erro

Casa Vulva recebe a Mostra Lee, em parceria com o Guia Maria Firmina, com 13 produções 100% femininas e pipoquinha à vontade!

O Guia Maria Firmina, em parceria com a Casa Vulva, realiza a 1ª Mostra Lee de cinema composta por 13 curtas dirigidos por mulheres, que abordam temas como mulheres no funk, corpo feminino, geração tombamento, história de São Paulo e muito mais.

Lacry: Histórias da Geração Tombamento, de Mayara Nunes
Crédito: reproduçãoLacry: Histórias da Geração Tombamento, de Mayara Nunes
Entrevilas é um curta dirigido coletivamente por dez pessoas (oito mulheres e dois homens)
Crédito: reproduçãoEntrevilas é um curta dirigido coletivamente por dez pessoas (oito mulheres e dois homens)
Do tempo que só minha mente se movimentava, de Amanda Pinho
Crédito: reproduçãoDo tempo que só minha mente se movimentava, de Amanda Pinho
Um corpo feminino, de Thais Fernandes
Crédito: reproduçãoUm corpo feminino, de Thais Fernandes
Que som tem a distância?, de Marcela Schild
Crédito: reproduçãoQue som tem a distância?, de Marcela Schild
O que vem depois do adeus, de Patrícia Sá
Crédito: reproduçãoO que vem depois do adeus, de Patrícia Sá
nem sólido, nem líquido, de Nanda Carneiro
Crédito: reproduçãonem sólido, nem líquido, de Nanda Carneiro
Entretantos, de Sue Durden
Crédito: reproduçãoEntretantos, de Sue Durden
Crisálida, de Paola Santos
Crédito: reproduçãoCasa Vulva e Guia Maria Firmina apresentam a Mostra LEE, de Livres, Extraordinárias e Excêntricas
Beat é Protesto - O funk pela ótica feminina
Crédito: reproduçãoBeat é Protesto - O funk pela ótica feminina, de Mayara Efe
Match, de Raquel Freire
Crédito: reproduçãoMatch, de Raquel Freire
Capitais, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha
Crédito: reproduçãoCapitais, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha

A Mostra LEE – de Livres, Extraordinárias e Excêntricas, é um trabalho em conjunto do Guia Maria Firmina, responsável pela curadoria da programação, e da Casa Vulva, espaço de artes integradas que recebe a atividade. Foram mais de 40 inscrições com curtas de diversos lugares do Brasil e 13 selecionados, entre eles “Beat é Protesto – O funk pela ótica feminina”, de Mayara Ef, e “Lacry: Histórias da Geração Tombamento”, de Mayara Nunes.

A mostra de cinema acontece no próximo dia 28 de abril, às 16h. A entrada custa R$ 5 com pipoca à vontade.

Abaixo, confira os curtas exibidos:

  • 1. Beat é Protesto - O funk pela ótica feminina

    Crédito: reproduçãoLegenda: Beat é Protesto - O funk pela ótica feminina, de Mayara Efe

    O funk sempre foi uma forma de protesto e ser mulher também é! Dirigido por Mayara Efe, O Beat é Protesto – O funk pela ótica feminina é um documentário que retrata sobre a cena underground das mulheres no funk de protesto da última década de São Paulo. Os depoimentos vêm de mulheres transgênero e cisgênero que transitam em diferentes funções dentro desse universo como cantoras, DJs, beatmakers, produtoras, empresárias, MCs, dançarinas etc.

  • 2. Crisálida

    Crédito: reproduçãoLegenda: Casa Vulva e Guia Maria Firmina apresentam a Mostra LEE, de Livres, Extraordinárias e Excêntricas

    Passando por questões como a rejeição do próprio corpo e questionamentos diante à sociedade que a reprime, até enfim, a aceitação de si mesma, Crisálida é um documentário ensaístico com direção de Paola Santos que dá ênfase aos pensamentos de jovens mulheres que vivem e são inseridas na sociedade do século XXI.

  • 3. Capitais

    Crédito: reproduçãoLegenda: Capitais, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha

    A vida de Alice muda quando Laura, filha da sua vizinha de parede, bate em sua porta para perguntar se sabe algo sobre sua mãe. Ninguém tem visto ela há dias, nem Alice, nem Laura, e muito menos os moradores do condomínio. O curta, com direção de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha, é um drama sobre a solidão das capitais, baseado na poética das músicas do cantor cearense Belchior.

  • 4. Do tempo que só minha mente se movimentava

    Crédito: reproduçãoLegenda: Do tempo que só minha mente se movimentava, de Amanda Pinho

    O curta dirigido por Amanda Pinho conta a história de Sofia, que possui duas protusões em sua lombar e, atravessada por suas limitações, acessa novas formas de expressividade através da dança, ressignificando a imobilidade.

  • 5. Entretantos

    Crédito: reproduçãoLegenda: Entretantos, de Sue Durden

    Com direção de Sue Durden, Entretantos é um videodança sobre um corpo que fala, que grita, que risca no asfalto seu manifesto.

  • 6. EntreVilas

    Crédito: reproduçãoLegenda: Entrevilas é um curta dirigido coletivamente por dez pessoas (oito mulheres e dois homens)

    Produzido ao longo de 3 meses, EntreVilas permite ao usuário navegar pela história das vilas operárias da cidade de São Paulo, mergulhando no contexto da urbanização paulistana. O documentário, dirigido coletivamente por dez pessoas (oito mulheres e dois homens), discute as relações entre trabalho e moradia, registra o contexto em que essas vilas foram construídas e sua relevância na constituição das famílias e na expansão da cidade.

  • 7. Lacry: Histórias da Geração Tombamento

    Crédito: reproduçãoLegenda: Lacry: Histórias da Geração Tombamento, de Mayara Nunes

    Dirigido por Mayara Nunes, o documentário mergulha em histórias de vida para compreender os múltiplos sentidos e a vivência daquilo que se define como “Geração Tombamento “, um movimento que articula política, estética, arte e empoderamento negro.

  • 8. MARROCOS

    Dirigido por Andrea Nero e Iajima Silena, o documentário conta a história do do antigo Cine Marrocos, que estava ocupado em 2015 por cerca de 500 famílias organizadas em torno de um movimento social pela habitação. O mesmo espaço há décadas atrás era cenário de importantes episódios da cinematografia brasileira. Marrocos é um documentário que aborda o tema da transitoriedade, criando relações com o imaginário do nomadismo que se identifica com o atual contexto urbano.

  • 9. MATCH

    Crédito: reproduçãoLegenda: Match, de Raquel Freire

    Duas pessoas desconhecidas sentam no banco de uma praça. Uma conexão é estabelecida entre elas no silêncio de seus aplicativos. Trabalho dirigido por Raquel Freire.

  • 10. nem sólido, nem líquido

    Crédito: reproduçãoLegenda: nem sólido, nem líquido, de Nanda Carneiro

    Realizado a partir de um processo de pesquisa, seleção e colagem de vídeos institucionais da década de 50 e outros materiais de arquivo disponíveis em bancos gratuitos na internet, o documentário de Nanda Carneiro reúne narrativas fictícias e experiências autobiográficas para incitar uma reflexão sobre os distúrbios de imagem e o controle sobre o corpo da mulher ao longo da história.

  • 11. O que vem depois do adeus

    Crédito: reproduçãoLegenda: O que vem depois do adeus, de Patrícia Sá

    Com direção de Patrícia Sá, o curta narra os recomeços de Paula e Jorge após a separação. Angústias, saudades, despedidas… O que vem depois do adeus?

  • 12. Que som tem a distância?

    Crédito: reproduçãoLegenda: Que som tem a distância?, de Marcela Schild

    Depois do cárcere, Isaura tenta se reconectar com o mundo. Na prisão, participou de uma iniciativa literária e, a partir do reencontro com companheiras do projeto, discorre sobre suas angústias e a dificuldade de se reconfigurar como mãe, mulher e humana. Um filme dirigido por Marcela Schild.

  • 13. UM CORPO FEMININO

    Crédito: reproduçãoLegenda: Um corpo feminino, de Thais Fernandes

    Quando nomeamos uma coisa, ela perde ou ganha sentido? “Um corpo feminino”, filme de Thais Fernandes, propõe um jogo aparentemente simples – pergunta para mulheres de diversas gerações a definição de algo que em teoria as unifica. Parte de um projeto transmídia (www.umcorpofeminino.com.br), o filme é a porta de entrada para uma narrativa que possui muitos pontos de vista e nenhuma resposta certa.

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Autor: Por: Redação
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