Mostra de Djanira da Motta e Silva abre ciclo feminista do MASP

Em 2019, MASP tem como eixo temático "histórias das mulheres, histórias feministas"

Por: Redação
Até
19
de maio 2019
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
Quarta a domingo, das 10h às 18h
Terças, das 10h às 20h - com entrada gratuita

Pautado pelo eixo temático “Histórias das mulheres, histórias feministas”, o MASP abre seu calendário de exposições de 2019, com a mostra “Djanira: a memória de seu povo”, que busca revisitar e reposicionar o trabalho de Djanira da Motta e Silva (1914-1979) no cenário artístico brasileiro.

fachada do masp
Crédito: Eduardo Ortega - divulgaçãoEm 2019, programação do MASP será pautada pelo ciclo “Histórias das Mulheres, Histórias Feministas”

Autodidata, a artista surgiu e se relacionou com a segunda fase do modernismo no Brasil, quando o diálogo com as vanguardas europeias já não é uma questão tão importante e o interesse dos artistas se volta para a transposição de suas experiências para as suas obras.

Djanira foi – e é – uma das maiores artistas brasileiras, com carreira internacional e reconhecimento da crítica ainda em vida. Essa é a maior exposição monográfica dedicada à artista em 40 anos com cerca de 70 obras e curadoria de Isabella Rjeille e Rodrigo Moura.

O foco da exposição é sobre a busca da artista por uma pintura nativista e os temas da cultura popular aos quais se dedicou ao longo de toda a sua carreira – e onde reside sua contribuição mais original para o modernismo brasileiro.

De origem social trabalhadora, Djanira retratou suas vivências e seu entorno social, pintando amigos e vizinhos, operários e trabalhadores rurais, paisagens do interior e manifestações sociais, culturais e espirituais, como religiões afro-brasileiras, populações indígenas e danças folclóricas.

Quadro "Vendedora de Flores" (1947), de Djanira Motta e Silva
Crédito: Eduardo OrtegaQuadro “Vendedora de Flores” (1947), de Djanira Motta e Silva; exposição sobre a artista abre ciclo feminista no MASP

“Djanira: a memória de seu povo” é organizada cronologicamente e em torno de núcleos que surgiram ao longo dos seus anos de viagens e pesquisas, a mostra abrange quatro décadas da produção de Djanira, possibilitando tanto uma análise ampla de sua trajetória como das mudanças de linguagem pelas quais passou ao longo da carreira.

A exposição fica em cartaz no segundo subsolo do museu de 1º de março a 19 de maio, de quarta a domingo, das 10h às 18h; e às terças, das 10h às 20h. Os ingressos custam até R$ 40, exceto às terças, quando a entrada no MASP é gratuita.

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