‘Mostra Mulheres do Audiovisual’ exibe vários filmões de graça ♀️

Bora valorizar as nossas cineastas? Programação conta com longas e curtas-metragens, além de bate-papos com realizadoras

Por: Redação

Até 13 de julho de 2020

Segunda - Terça - Quarta - Quinta - Sexta

Longas-metragens: sessões às 12h30 e às 21h30

As mulheres têm conquistado cada vez mais espaço no cinema nacional! E, para incentivar e divulgar produções feitas por elas, a “Mostra Mulheres do Audiovisual” exibe de graça vários filmes maravilhosos até o dia 13 de julho.

Para conferir essa programação linda, basta acessar o site do Circuito Inffinito de Festivais e preencher um rápido cadastro. Os curtas-metragens disponibilizados pela mostra podem ser acessados a qualquer momento. Já os longas são transmitidos diariamente em duas sessões, sempre às 12h30 e às 21h30.

Mostra Mulheres do Audiovisual
Crédito: Divulgação“Um Céu de Estrelas” (1996), “Flores Raras” (2013), “E Além de Tudo Deixou Mudo o Violão” (2013) e “João, o Maestro” (2017) são alguns dos filmões exibidos nesta mostra

Um dos destaques da mostra é o longa “João, o Maestro” (2017), produzido por Paula Barreto e Rômulo Marinho Jr, que é exibido no dia 10 de julho. O filme conta a inspiradora trajetória do maestro João Carlos Martins e a sua luta para que as limitações físicas não o impedissem de seguir sua vocação.

Já o drama “E Além de Tudo Me Deixou Mudo o Violão” (2013), de Anna Muylaert (a mesma diretora do premiado “Que Horas Ela Volta?”) é disponibilizado no dia 1º de julho. Na trama, a descoberta de um violão ajudará uma jovem brasileira estudante a enfrentar a mãe inglesa, que tem problemas com o alcoolismo.

Outro longa é “Quero Botar Meu Bloco na Rua” (2018), dirigido por Adriana L. Dutra e transmitido no dia 3 de julho. O documentário é uma jornada afetiva pela história dos bloquinhos do Carnaval de rua no Rio de Janeiro.

A produção mostra como essa manifestação popular chegou aos nossos dias, adaptando-se às transformações políticas, culturais, sociais e econômicas pelas quais passou o país ao longo dos anos.

E quem encerra a mostra no dia 13 de julho é o conceituado “Um Céu de Estrelas” (1996), de Tata Amaral, uma das mais reconhecidas cineastas brasileiras. O filme narra a trajetória da cabeleireira Dalva, moradora da Mooca, que ganha uma viagem a Miami. No entanto, no dia de sua partida, o ex-noivo de Dalva invade a casa dela e a transforma em refém.

Entre os curtas-metragens da Mostra Mulheres do Audiovisual estão “A História Além da Fé” (2019), de Sandra Lima; “Eu Preciso Destas Palavras Escritas” (2017), de Milena Manfredini e Raquel Fernandes; “Manifesto de uma Cineasta” (2019), de Patricia Niedermeier e Cavi Borges; e “Na Rota do Vento” (2019), de Marina Lutfi, Cavi Borges e Victor Magrath.

Ah! E você ainda pode bater um papo com as idealizadoras por meio da fanpage @inffinito_braff no Instagram. Participam dessas conversas a atriz Luana Piovani (no dia 30 de junho, às 19h), a produtora Lucy Barreto (no dia 8 de julho, às 19h) e a diretora Gabriela Amaral Almeida (no dia 9 de julho, às 19h).

Circuito Inffinito de Festivais

Com 25 anos, o Circuito Inffinito de Festivais leva todos os anos o melhor do cinema nacional para as cidades de Miami e Nova York, nos Estados Unidos. Neste ano, como suas edições presenciais foram adiadas, o festival tem realizado mostras temáticas online gratuitas. A primeira delas foi dedicada à filmografia do saudoso ator e diretor Domingos Oliveira.

Confira abaixo os próximos longas da mostra:

29/6 – “Setenta” (2014), dirigido por Emília Silveira
30/6 – “A Mulher do Meu Marido” (2019), produzido por Paula Barreto
1/7 – “E Além de Tudo Deixou Mudo o Violão” (2013), dirigido por Anna Muylaert
2/7 – “Como Ser Solteiro” (1998), dirigido por Rosane Svartman
3/7 – “Quero Botar Meu Bloco na Rua” (2019), dirigido por Adriana L. Dutra
4/7 – “Flores Raras” (2013), produzido por Paula Barreto
5/7 – “Mutum” (2007), dirigido por Sandra Kogut
6/7 – “Gaijin II, Ama-Me Como Sou” (2005), dirigido por Tizuka Yamasaki
7/7 – “Desenrola” (2010), dirigido por Rosane Svartman
8/7 – “O Diabo a Quarto” (2004), dirigido por Alice Andrade
9/7 – “A Sombra do Pai” (2018), dirigido por Gabriela Amaral Almeida
10/7 – “João, O Maestro” (2017), produzido por Paula Barreto e Rômulo Marinho
11/7 – “O casamento de Romeu e Julieta” (2005), produzido por Paula Barreto
12/7 – “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), protagonizado Sonia Braga
13/7 – “Um Céu de Estrelas” (1996), dirigido por Tata Amaral

Curtiu a “Mostra Mulheres do Audiovisual”? Então, olha só essas dicas para curtir aquela sessão pipoca:

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