Parque do Martelo: um tesouro no coração do Humaitá

Um lugar perfeito para admirar a Mata Atlântica, participar de oficinas de artes plásticas, meditar e praticar yoga

Por: Redação
Todos os dias
De segunda a sábado, das 8h40 às 13h45, e aos domingos, das 9h às 14h

O bairro do Humaitá, em plena zona sul carioca, esconde um tesouro: em meio aos bares, restaurantes, casarões históricos e lojas de produtos importados, encontra-se um importante reduto verde: o Parque do Martelo.

Famílias aproveitando o Parque do Martelo
Crédito: Facebook @parquedomarteloO Parque do Martelo é um exemplo de união no bairro

O parque oferece uma integração completa com a natureza. São 16 mil metros quadrados em uma área de mata densa com uma vista privilegiada do Cristo Redentor, da Lagoa e de parte do mar de Ipanema.

Além de ser um espaço de paz, o Parque do Martelo também é uma boa pedida para quem gosta de se exercitar e curtir com a família. Em meio a tantas árvores tem um parquinho para crianças com diversos brinquedos e instrumentos de ginástica para alongamentos.

Cristo Redentor avistado do Parque do Martelo
Crédito: Facebook @parquedomarteloParque oferece uma vista privilegiada do Cristo Redentor

E não é só isso! Também é possível curtir festas juninas, praticar yoga, meditar e até participar de oficinas de artes plásticas. Há também uma horta educativa. Se quiser fazer um piquenique é preciso reservar com pelo menos três meses de antecedência.

Parquinho infantil no Parque do Martelo
Crédito: Facebook @parquedomarteloAs crianças podem se divertir com os brinquedos no Parque do Martelo

O Parque do Martelo tem uma série de apoiadores. Por meio da parceria com Jardim Botânico e com o Projeto PoleN, da Unirio, há o plantio constante de mudas originais de Mata Atlântica. Existe também um grupo de pesquisadores dedicado a recuperar a história do local por meio de suas ruínas e mapeando as trilhas possíveis.

Saguis no Parque do Martelo
Crédito: Facebook @parquedomarteloSaguis também se divertem no Parque do Martelo

Administrado pela Associação dos Moradores do Alto Humaitá (AMAH), que impediu a construção de um empreendimento imobiliário no terreno, o parque é um exemplo de solidariedade. Todos os equipamentos para crianças e para ginástica foram comprados pelos próprios moradores do bairro, que também arcam com a manutenção.

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