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Festival recebe Tove Lo, Boy Pablo, Patti Smith, The Raconteurs, Hot Chip, Beirut, Khruangbin, Little Simz, Luedji Luna e Ilê Aiyê

Por: Redação | Comunicar erro
15
de novembro 2019
Das 11h às 22h30
Clima no dia do evento
11º 23º

São Paulo é a capital dos festivais! Prova disso é o Popload Festival, um dos principais eventos musicais da cidade, com atrações internacionais e nacionais, que realiza sua sétima edição no Memorial da América Latina, dia 15 de novembro, com uma line up para ninguém botar defeito!

Tove Lo, Boy Pablo, Little Simz e Beirut se apresentam no Popload 2019
Crédito: Divulgação | William Glandberger | Jeremy Cole | Olga Baczynska Tove Lo, Boy Pablo, Little Simz e Beirut – TODXS NO MESMO PALCO!

Passeando pelo pop, rock, folk, brasilidades e hip-hop, colorem o palco Tove Lo, Boy Pablo, Patti Smith, The Raconteurs, Hot Chip, Beirut, Khruangbin, Little Simz, Luedji Luna e Ilê Aiyê… O coração fica como? <3

E temos mais uma bela notícia: para aliviar seu bolsinho, preparamos um desconto de 45% para nossos leitores! Basta clicar neste link exclusivo, adicionar o código Catracapopload e selecionar sua área preferida: pista ou pista premium. A promoção é válida até o dia 2 de setembro, às 23h (limite de quatro ingressos por pessoa).

Popload Festival 2017
Crédito: I Hate Flash | Ariel MartiniUm vez por ano, o evento enche o Memorial da Ámerica Latina de música a cultura!

13 PASSEIOS PARA FAZER EM SP E SAIR DA MESMICE

O Festival

Anualmente, o Popload Festival invade SP com uma curadoria incrível de artistas nacionais e internacionais. Sua primeira edição, em 2013, recebeu o trio inglês The XX. Já em 2015, trouxe do ícone Iggy Pop ao indie Belle & Sebastian, passando pelo fenômeno brasileiro Emicida.

Em seis edições consecutivas, reuniu mais de 60 bandas de nove países diferentes, entre elas Wilco, PJ Harvey, The Libertines, Phoenix, Metronomy, Cat Power, Ratatat e Daughter, Lorde, Blondie e MGMT e muitas outras! Massa demais, não é?

Sente só o que te espera no Popload 2019 (e não esqueça de garantir ingressos com 50% de desconto):

Tove Lo

Difícil de rotular, Tove Lo ficou conhecida como a artista que “levou o grunge para o electro-pop”…E é assim mesmo que ela quer se destacar: livre para testar fórmulas, estilos, gêneros musicais e parcerias. Com seu “pop enigmático”, já concorreu ao Globo de Ouro e ao Grammy, além de ser dona de  hits mundiais “Talking Body”, “Moments” e “Habits (Stay High)”, que ficou em terceiro lugar no Top 100 da Billboard.

Boy Pablo

Como todo representante do “bedroom-pop”, Nicolás Pablo Rivera Muñoz, de apenas 19 anos e ascendência chilena, compõe, grava e produz a maioria de suas músicas sozinho, tocando com a banda (formada por seus amigos da época do colégio) apenas em apresentações ao vivo. Fundou o projeto Boy Pablo em 2015 e ficou conhecido na cena independente com a música “Everytime”, de 2017, cujo vídeo conseguiu milhões de views e viralizou antes mesmo do lançamento do seu primeiro EP! O sucesso de “Losing You” veio na sequência e não demorou muito para receberem do site Pitchfork o título de “uma das bandas novas mais legais do planeta”.

O grupo só começou a fazer shows (divertidíssimos, por sinal) fora da Noruega no ano passado, com uma estreia surpreendente: começaram com uma turnê esgotada nos Estados Unidos e marcaram presença em festivais de peso neste ano, como Coachella, Primavera Sound, Lollapalooza Chicago e Corona Capital.

Patti Smith

Uma das principais figuras femininas da história da música e com suas cinco décadas a serviço não só de canções, mas também da arte e da literatura, se apresenta pela primeira vez em SP! Patti Smith influenciou toda uma geração do rock, de Michael Stipe, do REM, a Courtney Barnett, passando por Karen O (Yeah Yeah Yeahs), The Smiths, Sonic Youth, U2 e Flo- rence and The Machine, citando apenas alguns.

Considerada a precursora do punk, seu disco de estreia “Horses”, de 1975, com uma sonoridade crua e direta, foi essencial para o movimento que surgia em Nova York nos anos 70. Através das músicas e dos discursos pontuais, ela convida os fãs a participarem ativamente de cada trecho da performance, conscientizando e emocionando.

Mais de 40 anos depois, sua presença continua marcante tanto em manifestações artísticas como políticas: as letras, os livros, poemas, seus posts em redes sociais e o já tradicional “spoken word” das apresentações ao vivo são sempre marcados pelo engajamento em causas humanitárias e ambientalistas.

The Raconteurs

Esta será a primeira apresentação da banda no Brasil! Grupo que história no indie, The Raconteurs voltou à ativa depois de sete anos de hiato (e dez anos do lançamento de seu último disco). O primeiro single, “Steady, as She Goes”, lançado em 2006, foi indicado ao Grammy e ficou em segundo lugar na lista de melhor música do ano pela revista Rolling Stone.

Após o lançamento do segundo disco, “Consolers of the Lonely”, tocaram em festivais como Glastonbury, Lollapalooza e Coachella. O álbum foi indicado a dois Grammy, levando o prêmio de Melhor Engenharia de Som. Em junho, presentearam os fãs o novo álbum “Help Us Stranger”, que ficou em primeiro lugar no Top 200 da Billboard.

Hot Chip

A banda electroindie britânica Hot Chip vem animando pistas há quase vinte anos! Formado em Londres no comecinho dos anos 2000 pela dupla Alexis Taylor e Joe Goddard, o grupo se consolidou como representante tanto da cena eletrônica (com suas batidas inconfundíveis) como na cena indie (com suas letras reflexivas e, em alguns momentos, até melancólicas).

Ao vivo, com uma banda de sete integrantes, as canções são desconstruídas, reinventadas e organicamente improvisadas, como numa grande mixagem ao vivo. Hot Chip volta ao Brasil com seis álbuns, inúmeros mixes e um novo disco na bagagem, lançado em junho deste ano.

Beirut

Eles prometeram e voltaram! Dez anos e inúmeros pedidos após, a banda de indie-folk Beirut retorna ao Brasil com um álbum recém-lançado!

Ainda em 2006, era apenas um projeto solo de Zach Condon, que compunha, tocava e gravava sozinho em seu quarto…Foi assim com “Gulag Orkestar”, primeiro disco, completado posteriormente com a ajuda de outros músicos que passariam a acompanhá-lo nas apresen- tações ao vivo. É deste álbum que ansceu o hit “Elephant Gun”, que foi trilha da minissérie global “Capitu” e fez com que a banda, até então indie, caísse no mainstream e no gosto do público brasileiro.

Little Simz

Em plena ascensão, a rapper londrina Simbi Ajikawo, conhecida por Little Simz, traz ao festival sua mistura perfeita de neo-soul, jazz, grime e hip-hop. Apesar de seus 25 anos, está na estrada há nove e já recebeu elogios de Damon Albarn, Kendrick Lamar e Dizzee Rascal, saiu em turnê com Lauryn Hill e NAS.

Sempre à frente de seu tempo, ela criou um selo próprio para lançar seus EPs, discos e mixtapes, misturando a esses lançamentos diversos gêneros, um pouco de experimentalismo, muita poesia, performances e conceitos ousados: seu segundo álbum, “Stillness in Wonderland” (2016), veio acompanhado de um pacote que incluía um curta- metragem, uma história em quadrinhos, uma exposição e até um festival próprio.

Khuruangbin

O trio instrumental Khruangbin, do Texas, descreve seu estilo como chill-funk. O nome trava-língua significa “avião” em tailandês e tem a ver com a sonoridade da banda: uma homenagem aos álbuns psicodélicos de “funk tailandês” dos anos 60 e 70 que eles ouviram intensa- mente antes de gravarem o primeiro disco.

O grupo é conhecido por misturar inúmeras i fluências de world music: soul music (do Oriente Médio) com batidas de hip-hop antigo, psi- codelia e até pop espanhol, podendo ir do melancólico ao surf music. No ano passado, lançaram seu segundo disco, o elogiado “Con Todo El Mundo”.

Luedji Luna

A cantora e compositora baiana Luedji Luna tem uma das vozes mais marcantes desta nova geração de artistas incríveis da cena musical nacional – e nós amamos demais <3

Com sonoridade única, é suave, potente e doce ao mesmo tempo. A “africanidade pop” de seu disco de estreia tem influências do jazz, da MPB, do blues e de ritmos afro-brasileiros. Esta diversidade é um reflexo de seus instrumentistas: um cubano (Aniel Someillan, no baixo), um sueco (Sebastian Notini nos arranjos), um soteropolitano (Rudson Daniel, na percussão), um filho de congolês (François Muleka, no violão) e Kato Change (na guitarra), do Kênia.

Luedji Luna abre a edição do Popload 2019 acompanhada do Ilê Aiyê, o mais antigo bloco afro do Carnaval de Salvador e o mais belo (“dos belos”) do país, na ativa desde 1974 e com mais de 3.000 associados.

A Popload

Popload é uma plataforma de música e cultura pop que apresenta conteúdo diário, shows esperados pelo público e um festival anual que reúne o melhor da cena independente internacional e local. Em 2019, a marca completa 13 anos de atuação e segue impactando milhões de fãs de música por todo o Brasil através de diferentes frentes de trabalho!

Você conhece a Casa da Luz? Ela abraça todas as vertentes da arte, desde a música à performance, servindo como ponto de encontro para grupos de produtores e artistas: