De show a cinema: confira programação baratíssima em cartaz no CCSP

Para chegar no CCSP de Metrô, basta descer na Estação Vergueiro, Linha 1-Azul

Por: Redação
Até
29
de setembro 2019
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
Diversos horários - confira tudo abaixo!

Nascido no ano de 1982, o Centro Cultural São Paulo, conhecido como CCSP, é um dos primeiros equipamentos culturais multidisciplinares do Brasil. Aberto ao público, o local promove diversos eventos gratuitos ou a preços mega acessíveis, além de disponibilizar espaços para uso livre de seus frequentadores, que aproveitam para fazer aulas de dança, desenho e muito mais!

A fim de facilitar seu rolê, listamos aqui, agora, os destaques da programação de setembro, com direito à peças teatro, cinema e muita música…Chega mais:

 Nômade Orquestra no CCSP
Crédito: Pedro MargheritoFoto de um showzão do grupo Nômade Orquestra no CCSP

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Confira as boas do CCSP e bom rolê:

Cinema

Barbara Hammer
Crédito: Mickalene ThomasBarbara Hammer

Uma retrospectiva da diretora e artista visual Barbara Hammer (1939-2019), um dos maiores nomes nos Estados Unidos quando se trata de Cinema Queer e de cinema experimental. Ela é destaque entre as vanguardas americanas realizando mais de 40 filmes entre curtas e médias-metragens. O interesse de Barbara, quando iniciou os estudos de cinema na Universidade de São Francisco, era usufruir do experimentalismo para discutir assuntos tabus, como sexualidade feminina, orgasmos femininos e relações sexuais entre mulheres. Em uma entrevista, Barbara explica que antes de levar qualquer tipo de ativismo político para os filmes, ela quis explorar suas experiências pessoais e compartilhá-las.

“Dyketactics” (1974) foi seu filme de conclusão de curso na universidade e foi realizado por uma vontade de transpor a sensação do orgasmo entre duas mulheres. Este acabou sendo o primeiro filme com interações lésbicas interpretado por lésbicas. A descoberta sexual de Barbara converge com o início de sua carreira como cineasta. Seus filmes passaram a ser um estudo pessoal da própria sexualidade, explorando um formato que vai além do documentário ou da ficção, transitando entre o filme ensaio e o cinema experimental.

A 1ª Mostra Cine Brasil Experimental tem como foco os cinemas experimentais do Brasil e da América Latina de ontem e hoje. Dentro de seu eixo histórico, a mostra apresenta alguns filmes importantes dessas cinematografias que foram recentemente restaurados ou digitalizados, tais como “ORG” (1967-1978), de Fernando Birri; “Lupe”, de Jose Rodriguez-Soltero; curtas-metragens do mexicano radicado na França Teo Hernandez; e curtas-metragens do francês radicado no Brasil Raymond Chauvin.

A mostra também fará uma homenagem aos cineastas Vivian Ostrovsky e Luiz Rosemberg Filho. Em seu foco contemporâneo, serão exibidos filmes das cineastas Ana Vaz, Letícia Ramos e Louise Botkay.

Teatro

  • Brian ou Brenda? 
    27 de setembro a 20 de outubro| Sextas e sábados, às 21h; domingos, às 20h
    Sala Jardel Filho
    Grátis
Brian ou Brenda?
Crédito: Heloisa Bortz/DivulgaçãoBrian ou Brenda?

A peça conta a história de Brian. Depois de uma operação logo após o nascimento, em que seu pênis é cauterizado, ele é submetido a uma redesignação sexual e passa a ser educado como menina: Brenda. A imposição de crescer em um corpo que não é seu, no entanto, afeta a sua vida e a de todos ao seu redor.

Texto: Franz Keppler – Direção: Yara de Novaes e Carlos Gradim – Assistência de direção: Ronaldo Jannotti – Elenco: Augusto Madeira, Daniel Tavares, Giovanni Venturini, Jimmy Wong, Kay Sara, Lavínia Pannunzio, Marcella Maia e Paulo Campos

Música

A cantora, instrumentista e compositora mineira apresenta o repertório de seu mais recente disco, “Folhuda”, composto de canções de sua autoria feitas a partir de poemas escritos por nomes como Oswald de Andrade, Paulo Leminski, Murilo Mendes, Arnaldo Antunes, Angélica Freitas, Fabrício Corsaletti, Renato Negrão e Bruna Beber.

No show, além das músicas do novo disco, Juliana Perdigão (guitarra e voz), Moita (guitarra), Gongom (bateria), João Antunes (baixo) e Paulim Sartori (teclado) também apresentam canções de Jards Macalé, Torquato Neto, Haroldo e Augusto de Campos.

  • Saskia
    26 de setembro, às 21h
    Sala Adoniran Barbosa
    Grátis

A produtora e MC gaúcha traz toda a sua irreverência e musicalidade no lançamento de seu primeiro álbum. Com apenas 23 anos, ela oferece uma experiência hipnótica, regada a letras ácidas e batidas inesperadas, transitando entre o acústico e o eletrônico, o canto e a fala.

O show conta com a presença de convidados especiais, a produção musical de Mateus Tabu e Renato Godoy e a facilitação de Negro Leo e Ava Rocha.

Duas das mais conceituadas bandas da cidade, Anvil FX e Firefriend, propõem no espetáculo “Fusion” uma combinação estarrecedora de sintetizadores e guitarras, bateria acústica, baixo e teclados, numa síntese das sonoridades que vêm pesquisando separadamente há mais de uma década.

Expoentes do rock, da música eletrônica, da experimentação e da improvisação musical paulistana, as duas bandas convidam para uma noite memorável em três movimentos.

  • Gang 90 
    29 de setembro, às 18h
    Sala Adoniran Barbosa
    R$ 20

Organizado por Taciana Barros e Paulo Lepetit, o show “A Nossa Onda de Amor Não Há Quem Corte” é uma homenagem ao compositor, jornalista, poeta, DJ, agitador cultural e visionário Júlio Barroso, criador da Gang 90 & Absurdettes, cuja morte aconteceu há 35 anos.

É uma deliciosa viagem pelas canções e hits dos discos do grupo, e esta formação mescla a formação original com artistas do cenário atual, com Taciana Barros (voz e piano), Paulo Lepetit (baixo), Gilvan Gomes (guitarra), Beto Firmino (teclados e voz), Michelle Abu (bateria) e o auxílio luxuoso das incríveis cantoras Bianca Jordhão e Elô Paixão (vocais).

Preparamos uma lista com locais maravilhosos para descobrir um novo livro ou apenas ler com tranquilidade:

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