Relação entre corpo e tecnologia é tema do festival FILE 2018

“Outrospecter”, de Frank Kolkman e Juuke Schoorl, permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do corpo
Até
12
de agosto 2018
Domingo - Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado
De terça-feira a sábado, das 10h às 22h; e aos domingos, das 10h às 20h
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Centro Cultural FIESP

Avenida Paulista, 1313 - Bela Vista, São Paulo - SP, Brasil

site: centroculturalfiesp.com.br

telefone: (11) 3146-7406

facebook: www.facebook.com

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica leva obras de arte tecnológicas e interativas ao Centro Cultural FIESP

Com o tema “O Corpo é a Mensagem”, uma alusão à famosa frase “O meio é a mensagem”, do pensador da comunicação Marshall McLuhan, a 19ª edição do FILE São Paulo – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, que acontece entre 4 de julho e 12 de agosto, reúne mais de 240 trabalhos de artistas de 38 países. Parte das obras poderão ser contempladas na galeria e na parte externa do Centro Cultural FIESP, com visitação gratuita, de terça a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 10h às 20h. A outra parte estará disponível no FILE Online.

Crédito: divulgação - File 2018"After Eden", de Mélanie Courtinat e Salomé Chatriot, é exibida no FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"After Eden", de Mélanie Courtinat e Salomé Chatriot, é exibida no FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"Realidades Objetivas", do coletivo automato.farm, é destaque no FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"Realidades Objetivas", do coletivo automato.farm, é destaque no FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"Distal Extension", de Salomé Chatriot, é exibida no FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"Habitat", de Josefin Lindebrink, é destaque no FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"Polytope", de Ludmila Rodrigues, é atração do FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"Tangibles Worlds", de Stella Speziali, é atração do FILE 2018
Crédito: divulgação - File 2018"You Are The Ocean", de Ozge Samanci, é atração do FILE 2018

A ideia da atual edição é discutir o paradoxo entre o físico e o virtual, representados pelo corpo e pelas sensações inusitadas criadas por meio do uso da tecnologia. Para isso, os artistas se apropriam muitas vezes de tecnologias usadas em outros campos do conhecimento, como a medicina e a biologia. Assim como nos anos anteriores do FILE São Paulo, o espectador é convidado a interagir com as obras expostas.

Um dos destaques é “Outrospecter”, dos holandeses Frank Kolkman e Juuke Schoorl, que permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do próprio corpo com o uso da realidade virtual. Esse tipo de situação os pesquisadores encontram em pacientes em estado de quase morte.

“Outrospecter”, de Frank Kolkman e Juuke Schoorl, permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do corpo
Crédito: divulgação - File 2018“Outrospecter”, de Frank Kolkman e Juuke Schoorl, permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do corpo
“Outrospecter”, de Frank Kolkman e Juuke Schoorl, permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do corpo
Crédito: divulgação - File 2018“Outrospecter”, de Frank Kolkman e Juuke Schoorl, permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do corpo
“Outrospecter”, de Frank Kolkman e Juuke Schoorl, permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do corpo
Crédito: divulgação - File 2018“Outrospecter”, de Frank Kolkman e Juuke Schoorl, permite ao espectador experimentar a sensação de flutuar fora do corpo
“Vicious Circle” (Cículo do Vicioso) e “Arabesque”, ambas do alemão Peter William, são inspiradas nas duas finalidades paradoxais da robótica: a guerra e a paz
Crédito: divulgação - File 2018“Vicious Circle” (Cículo do Vicioso) e “Arabesque”, ambas do alemão Peter William, são inspiradas nas duas finalidades paradoxais da robótica: a guerra e a paz
“Vicious Circle” (Cículo do Vicioso) e “Arabesque”, ambas do alemão Peter William são inspiradas nas duas finalidades paradoxais da robótica: a guerra e a paz
Crédito: divulgação - File 2018“Vicious Circle” (Cículo do Vicioso) e “Arabesque”, ambas do alemão Peter William são inspiradas nas duas finalidades paradoxais da robótica: a guerra e a paz
Em “Unlimited Corridor” (Corredor Infinito), do japonês Keigo Matsumoto, os visitantes andam em um espaço circular sem perceber
Crédito: divulgação - File 2018Em “Unlimited Corridor” (Corredor Infinito), do japonês Keigo Matsumoto, os visitantes andam em um espaço circular sem perceber
Em “Unlimited Corridor” (Corredor Infinito), do japonês Keigo Matsumoto, os visitantes andam em um espaço circular sem perceber
Crédito: divulgação - File 2018Em “Unlimited Corridor” (Corredor Infinito), do japonês Keigo Matsumoto, os visitantes andam em um espaço circular sem perceber

Outras atrações que poderão ser visitadas no centro cultural são as instalações coreográficas “Vicious Circle” (Cículo do Vicioso) e “Arabesque”, ambas do alemão Peter William. Inspiradas nas duas finalidades paradoxais da robótica, a guerra e a paz, as obras apresentam a dança de fragmentos de corpos robóticos ao som da música belicosa “A Dança dos Cavaleiros”, do russo Seguei Prokofiev, ou das ternas valsas do austríaco Johann Strauss.

Em “Unlimited Corridor” (Corredor Infinito), do japonês Keigo Matsumoto, os visitantes têm a experiência de caminhar em um espaço circular, guiados pelo tato e por óculos de realidade virtual, com a sensação de andar em um corredor reto, estreito e infinito.

Na obra “SyncDon II”, dos japoneses Akihito Ito e Issey Takahashi, o visitante pode ter seu batimento cardíaco sincronizado ao de outro participante por meio de estímulos auditivos, táteis e visuais. A sincronização é uma referência à comunicação humana primitiva, baseada em emoções e no ritmo circadiano.

Crédito: divulgação - File 2018Em “SyncDon II”, dos japoneses Akihito Ito e Issey Takahashi, o visitante pode ter seus batimentos cardíacos influenciados por outro espectador

FILE LED Show

O programa FILE LED Show 2018 tem uma programação especial das 19h às 6h. Na fachada do Centro Cultural Fiesp, a mostra “Combate e Colaboração”, com curadoria de Fernanda Almeida, projeta seis obras que visam compreender a relação humana com os programas técnicos, políticos e culturais existentes.

A estrutura de LED também exibe três mostras com 25 obras de artistas de três centros internacionais de formação, o Departamento de Artes Digitais do Instituto Pratt, de Nova York, a Universidade Americana de Sharjah e a Universidade de Nova York Abu Dhabi.

Dentro da galeria, uma instalação produzida por Feliz Beck e Barkin Simsek, da Universidade de Nova York Abu Dhabi, exibe um apanhado de videoartes, com obras das três últimas edições do festival. Já na parte online da programação, o espectador encontra obras nas categorias Animação, Games, Gif, Soudart, Videoart, Web e VR Quadros.

Confira a programação completa no site do FILE São Paulo 2018.

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Autor: Por: Redação