Samba em Rede conta a história de 24 mulheres no mês de março

Por: Redação Comunicar erro

Com a intenção de valorizar a figura feminina em um universo musical – ainda – dominado pelos homens, o Samba em Rede celebra o Mês da Mulher com homenagens diárias a personagens do gênero feminino que transformaram suas vidas e de suas comunidades através do samba.

A partir desta sexta-feira, dia 8 de março, até o final deste mês, apresentaremos 24 perfis de mulheres que fizeram e fazem a diferença e, com seu exemplo, buscam a equidade na questão de gênero.

Como nome de estreia, teremos a história de Hilária Batista de Almeida, mais conhecida como Tia Ciata, que se tornou símbolo da resistência negra pós-abolição depois de abrir as portas de sua casa para reuniões de sambistas pioneiros quando a prática ainda era proibida.

Lembrando que esta iniciativa não pretende comparar ou esgotar os exemplos femininos considerados símbolos de preservação do gênero musical – restando, ainda, muitas histórias a serem contempladas – mas homenageia a luta e a resistência de mulheres para conseguirem ter voz e reconhecimento no meio do samba.

Confira os perfis publicados abaixo:

A luta e resistência de Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata
Dona Maria Esther, expoente maior do samba paulista
Clementina de Jesus e o resgate das vozes do terreiro 
Tia Cida dos Terreiros, a matriarca do samba em São Paulo
Leci Brandão: a soldada do samba que reconhece os seus
Raquel Tobias, a filha dos ventos e dos raios
Done Ivone Lara, a mulher que quebrou estigmas dentro do samba
Bernadete, a primeira mulher a puxar um samba-enredo no Anhembi
Geovana: ‘A gente faz porque gosta e não tem medo de nada’
Dona Inah, a diva do samba com mais de 60 anos dedicados à música 
Beth Carvalho: ‘O samba é o grande protesto, a grande vanguarda’
A maestrina, compositora e pianista Chiquinha Gonzaga
Dona Zica, matriarca da Mangueira e idealizadora do Zicartola
Dona Guga, a dama dos 70 carnavais
Jovelina Pérola Negra, um testemunho de força e irreverência
Aline Calixto propõe a emancipação feminina em ‘Meu Ziriguidum’
Glória Bomfim, a Yalorixá mensageira da liturgia afro-brasileira
Teresa Cristina: ‘Cartola não podia passar pela vida incógnito’
Eliana de Lima: ‘Os intérpretes deveriam ser mais valorizados’
Relembre a história da guerreira Clara Nunes 
Dayse do Banjo relembra a sua história e dá uma canja 
Vó Suzana, um dos ícones femininos do Samba da Vela
A nobreza popular de Francineth Germano