‘Sobre a Mulher Livre’ reúne colagens feministas três artistas

Por: Redação
Até
11
de agosto 2018
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado
De terça a sexta-feira, das 12h às 21h, e aos sábados, das 11h às 18h

Várias lutas do feminismo são abordadas na exposição coletiva “Sobre a Mulher Livre”, que ocupa a Galeria Recorte, na região do Baixo Augusta, entre 28 de junho e 11 de agosto. A visitação ocorre de terça a sexta-feira, das 12h às 21h, e aos sábados, das 11h às 18h, com entrada grátis.

Obra
Obra "Mãe Solteira", de Bruna Alcantara, é atração da mostraDivulgação
Obra
Obra "Portugueses", de Bruna Alcantara, é atração da mostraDivulgação
Obra
Obra "Nossa Senhora da Vulva Livre", de Bruna Alcantara, é destaquesDivulgação
Obra
Obra "A Mulher das Montanhas" de Bárbara Scarambone é um dos destaques da mostraDivulgação
Obra
Obra "Retrato da Ansiedade" de Bárbara Scarambone é um dos destaques da mostraDivulgação
Obra sem título de Luiza de Alexandre é destaque da exposição
Obra sem título de Luiza de Alexandre é destaque da exposiçãoDivulgação
Obra sem título de Luiza de Alexandre é destaque da exposição
Obra sem título de Luiza de Alexandre é destaque da exposiçãoDivulgação

A mostra reúne obras inéditas da brasiliense Bárbara Scarambone, da curitibana Bruna Alcantara e da carioca Luiza de Alexandre, que têm em comum, além da temática feminista, o trabalho com colagem, associado a diferentes técnicas.

As imagens evocam temas como o machismo, o abandono, o racismo e a violência, tratados de diferentes maneiras, ora de forma mais política e explícita, ora mais leve, ora mais caótica.

Recém-chegada a São Paulo, a carioca Luiza de Alexandre mescla a colagem com texturas e cores para retratar mulheres negras. A autodidata já colaborou com outros artistas em laboratórios e teve suas colagens publicadas em editoriais de moda e comportamento.

Com uma mistura de colagem e bordados, Bruna Alcantara costuma representar mães solteiras em suas obras e criticar o machismo. O trabalho reflete diferentes momentos de sua vida, como a descoberta da gravidez não-planejada. Ela já participou de duas edições do Festival Feminista do Porto, em Portugal, onde estudou, e de várias mostras individuais em Curitiba, onde vive atualmente.

Já a autodidata Bárbara Scarambone Leal tem sua estética inspirada pelas cores e sons psicodélicos dos anos de 1960, pelo livre experimentalismo da geração Beat e pelo Surrealismo. Em seus trabalhos, faz colagens à mão com a técnica cut&paste associada à aquarela e a assemblagens com papéis rasgados. Ela já teve vários de seus trabalhos publicados em revistas e periódicos de artes plásticas.

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