Vídeo: Farol Santander abre com mostras, café e pista de skate


DOMINGO TERçA QUARTA QUINTA SEXTA SáBADO
Das 9:00 às 20:00

Edifício Altino Arantes

R. João Brícola, 24 - Centro, São Paulo - SP, 01014-010, Brasil

Centro cultural

Publicidade

Reaberto após dois anos de reforma, o Edifício Altino Arantes, mais conhecido como “Banespão”, no centro da cidade, agora oferece onze andares de atrações de cultura e lazer incríveis, como pista de skate, mostra de Vik Muniz e loft de luxo.

Rebatizado de Farol Santander, o novo ponto turístico tem capacidade para receber 800 pessoas por dia para visitação. O tradicional passeio ao mirante com visão de 360 graus do centro da cidade também voltou a funcionar e custa R$ 15. Os ingressos podem ser adquiridos na portaria ou pelo site.

Fachada do edifício ganhou nova iluminação
Fachada do edifício ganhou nova iluminação
Vista do mirante
Vista do mirante
Espaço Memória
Espaço Memória
Vista 360º por Vik Muniz
Vista 360º por Vik Muniz
Pista de skate
Pista de skate
Pista de skate
Pista de skate
Loft no 25º andar
Loft no 25º andar
Banheiro do loft
Banheiro do loft

O centro cultural ainda oferece atrações para todos os gostos, divididas em quatro eixos: memória, arte, lazer e empreendedorismo.

O primeiro inclui um roteiro para conhecer quatro andares, mais o mirante, por R$ 17O tour conta a história do prédio; depois resgata a evolução da nossa moeda, dos réis ao real; passa por uma exposição permanente do artista Vik Muniz, com painéis feitos com sucata que retratam o entorno do edifício; e acaba em uma mostra de alguns móveis originais, feitos pelo tradicional Liceu de Artes e Ofícios.

Já no setor de arte, dois andares vão abrigar sempre dois artistas, um brasileiro e um estrangeiro, que mostrarão trabalhos sobre o mesmo tema em temporadas de quatro meses. Para a inauguração, a paulistana Laura Vinci e o coletivo russo Tundra realizam uma reflexão sobre paisagens. A curadoria é do empresário Facundo Guerra, que adotou o conceito de arte imersiva, onde os visitantes interagem com as obras. Este passeio também custa R$ 17, com mirante incluso, ou R$ 20, para quem também quiser conhecer a área de memória.

No eixo de lazer, o destaque é a pista de skate projetada pelo campeão mundial Bob Burnquist, que conta com um percurso de street, estrutura para iniciantes e avançados. Esse setor é um pouco mais salgado e custa R$ 50 por hora. Também é possível fazer aulas de skate no local, cujos preços variam entre R$ 120 e R$ 200.

O “Banespão” ganhou até um loft, que fica no 25º andar e foi criado pelo escritório de arquitetura Triptyque. O espaço tem 350 m², vista panorâmica e capacidade para abrigar cinco pessoas. A diária custa R$ 4.000 e as reservas podem ser feitas pelo Airbnb.

Por fim, no pacote de empreendedorismo, o Garimpo de Soluções coordena palestrar quinzenais ao sábados para até 100 pessoas.

O centro cultural ainda ganhou um café, que oferece almoço executivo, drinques e brunch aos fins de semana.

Sobre o edifício

Inaugurado em 1947 para sediar o Banespa (Banco do Estado de São Paulo), o Edifício Altino Arantes foi batizado com o nome do então presidente da instituição. Com 35 andares e 160 metros de altura, tornou-se cartão-postal da cidade e foi um marco no processo de verticalização da capital paulista.

Informalmente, o local era chamado pelos paulistanos de “Banespão”. Por vários anos, foi considerado o maior arranha-céu da América do Sul e uma das maiores constrições em concreto armado do mundo. Perdeu a liderança em 1960 para o Condomínio Mirante do Vale, no Vale do Anhangabaú, e seus 170 metros.

Ao adquirir o Banespa em 2000, o Santander tornou-se dono do imóvel e a visita ao mirante do prédio foi mantida até junto de 2015, quando o banco fechou o local para reforma.

Publicidade

Compartilhe:

Autor: Por: Redação
Publicidade

Museu de Anatomia Humana da USP exibe peças que ensina como o seu corpo funciona

Cereja Flor: O lugar das taças de sorvetes gigantes em São Paulo

Fondue taiwanês é a próxima delícia que você tem de provar

Médica tira dúvidas sobre anticoncepcional

Refugiados se tornaram microempreendedores em um lava-rápido em São Paulo

Publicidade