Aliança Rio Doce faz encontro com arte, feira e almoço orgânico

Por: Redação

Em uma convocação para o III Encontro da Cultura Ancestral de Areal, a EBÉ – Escola Brasileira de Ecogastronomia abre as portas para a Aliança Rio Doce. O evento acontece no sábado, dia 27 de outubro, das 9h às 16h, com entrada gratuita.

Crédito: @ebe.coCumbuca nutritiva

No encontro, ouviremos as histórias daqueles que foram ajudar a socorrer as comunidades impactadas pelo rompimento da Barragem de Mariana em 2015. Vai ter história, performance, música, jogos educativos e venda de artesanatos capixabas.

O convite se estende ainda às pessoas com conhecimentos em saúde, medicina natural, artes, artesanato, educação, agricultura, bioconstrução para se reunirem com a Aliança e ouvir o Chamado para o III Encontro da Cultura Ancestral de Areal. O evento que acontecerá em novembro que visa exportar saberes que auxiliem as comunidades atingidas a remodelar sua economia local.

No cardápio do dia, das 12h às 15h será servida uma moqueca vegetariana, escaldado de galinha com arroz, pirão de cheiro, vinagrete e farofa, hambúrguer vegetariano e a clássica cumbuca nutritiva da casa.

Confira a programação:

9h: Abertura da Feirinha Orgânica da EBÉ e das atividades culturais

9h às 10h30: Jogo Regenera Rio Doce , atividade de estímulo a educação ambiental

11h às 12h30: “O Saber Indígena”, roda de conversa com Avani Fulni-Ô

13-14h30: “Pés e Mãos do Afro-Atlântico: Dos encantados aos quilombos”, performance com Fabinho Santos – Menino preto, morador da periferia de Embu das Artes, Capoeira, jongueiro, contra regra, ator-brincante, geógrafo em formação e educador na área das relações étnico raciais. Vem trazendo a força do coletivo Quilombo Cabeça de Nego, uma organização que centra suas ações nas lutas anti-racistas.

14h30 às 16h: Convocação para o III Encontro da Cultura Ancestral: festival que acontecerá em Areal, no Espírito Santo, entre os dias 15-18/11 cujo objetivo é reunir pessoas que detém conhecimentos na área do artesanato, agricultura orgânica, bioconstrução, artes, saúde, medicina natural, educação e práticas regenerativas pois as comunidades atingidas por barragem precisam remodelar sua economia local.

Nos intervalos: DJ EcoKA (Reggae & MPB)