Nando Reis é convidado do programa Notas Contemporâneas do MIS

Por: Redação Comunicar erro
11
de setembro 2019
20h - distribuição de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria.

Em setembro, o programa Notas Contemporâneas do MIS, que registra depoimentos de importantes nomes do cenário musical brasileiro, convida o cantor e compositor Nando Reis. O artista participa de uma entrevista ao vivo, comandada pelo pesquisador Cacá Machado, enquanto a Banda MIS realiza, no palco, releituras de grandes sucessos da carreira do homenageado.

O encontro acontece na quarta, dia 11 de setembro, no Auditório MIS, às 20h. O ingresso, gratuito, deve ser retirado com 1h de antecedência na bilheteria do Museu.

Nando Reis é convidado do MIS em setembro

Programa Notas Contemporâneas

O projeto mensal do MIS registra depoimentos de compositores e intérpretes icônicos da música popular brasileira. O programa se divide em duas etapas: a primeira é composta de um longo depoimento realizado em estúdio, que passa a integrar o acervo do MIS. A segunda é ao vivo no palco do auditório do museu, com mediação do músico e historiador Cacá Machado com a Banda MIS, que faz releituras inéditas e exclusivas dos maiores sucessos do homenageado. A entrada é livre e os fãs dos artistas são muito bem-vindos, podendo, inclusive, fazer perguntas ao homenageado – que serão selecionadas pela equipe do museu para integrar o roteiro do evento.

Nando Reis

Citar números não é exatamente a melhor maneira de abrir texto sobre um artista, mas no caso de Nando Reis, para dar a real dimensão artística dele, é necessário – em 2016, ele foi o 6º artista com músicas mais tocadas ao vivo no país, suas canções ficaram em 13ª entre as mais tocadas nas rádios e na categoria “sonorização ambiente” ele é o número 1.

“Diariamente”, na voz de Marisa Monte; “All Star”, “O Segundo Sol” e “Relicário”, gravados por Cássia Eller; “Resposta” e “É Uma Partida de Futebol”, registrados pelo Skank; “Do Seu Lado”, pelo Jota Quest, e “Onde Você Mora?” e “Querem o meu Sangue”, pelo Cidade Negra – todas têm autoria de Nando Reis, sozinho ou em parceria com os artistas.

Em seu primeiro trabalho solo, “12 de Janeiro” (1994), tinha estourado com o hit “Me Diga”. Nos anos seguintes lançou “Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro” (2000), “Infernal” (2001) e “A Letra A” (2003), até ganhar ouro e platina duplos com o “MTV Ao Vivo”, em 2004. Tem no currículo ainda “Sim e Não” (2006), “Luau MTV” (2007), “Perfil” (2008), “Drês” (2009), “MTV Ao Vivo (Bailão do Ruivão)” (2010), “Sei” (2012), “Sei Como Foi em BH” (2013), “Voz e Violão – No Recreio – Volume 1” (2015) e “Jardim-Pomar” (2016).

O trabalho mais recente, “Jardim-Pomar”, tem participação de seus ex-colegas de Titãs, além das cantoras Pitty, Luiza Possi e Tulipa Ruiz, dos músicos Peter Buck (ex-R.E.M.) e Mike McCready (Pearl Jam), bem como de quatro de seus cinco filhos. Nando recebeu duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Canção em Língua Portuguesa (com “Só Posso Dizer”) e Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa. Além disso, ele tem três troféus do prêmio máximo da música, o Grammy, um de 2002, pelo “Acústico Cássia Eller”, como Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa, outro de 2011, por “De Repente”, com Skank, por Melhor Música de Rock em Língua Portuguesa, e “Jardim-Pomar” ganhou o mais recente, de 2017, como Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa.