Novas carreiras: o futuro da educação e do mercado de trabalho

Por: Publi | Comunicar erro

Enquanto o modelo de educação tradicional continua sendo majoritariamente dominante, no Brasil e no mundo, a evolução da tecnologia começa a colocar desafios para os negócios, empregos e profissões. Novas competências e habilidades começam a surgir e, com isso, são demandas pelo mercado. Caso não se reinvente, o modelo tradicional de educação não responderá aos desafios do nosso tempo e consequentemente, os profissionais não estarão preparados para o mercado de trabalho. Esse fenômeno já é percebido: segundo o The New Work Order (Foundation for Young Australian), 60% dos universitários estão estudando algo que se tornará obsoleto nos próximos 10 anos.

Entretanto, mentes inquietas na Tera, escola para a economia digital, estão mudando a educação e trazendo inovação a este mercado. A galera da Tera está mostrando que é sim possível aprender de uma forma imersiva, prática e adequada à velocidade de transformação do mercado.

Quando a sociedade não acompanha movimentos da tecnologia, o resultado é um fenômeno conhecido mundialmente como “Digital Skill Gap”. O CEO e Fundador da Tera, Leandro Herrera, acredita que para aprender é necessário que se tenha uma experiência social e, não só isso, ter contato com diferentes técnicas e ferramentas durante o processo de aprendizado, se colocando no papel que você irá atuar no dia-a-dia, ajuda a internalizar e despertar novas habilidades.

“É muito difícil aprender sem socializar e é por isso que a gente vai continuar como uma escola com experiências híbridas de aprendizado. Os moocs, eads e cursos online com muita gente assistindo, são interessantes do ponto de vista de capilaridade, mas a gente já tem tempo suficiente pra saber que o índice de engajamento é muito baixo”, declara o CEO.

Crédito: Istock“Não basta apenas aprender algo, é importante que isso esteja de alguma forma aplicado a situações e a contextos que motivem a pessoa”, ressalta o CEO e Fundador da Tera

Segundo Pesquisa Re:Trabalho, realizada pela Tera em parceria com a Época Negócios e a Scoop&Co. o brasileiro está confiante e otimista com o mercado de trabalho e isso representa uma grande oportunidade para quem deseja se desenvolver e trabalhar com mercado digital. Além disso, a pesquisa mostra as habilidades mais demandas e mais necessárias aos profissionais digitais – sendo liderança, negociação e multidisciplinaridade as principais delas. É curioso notar que, neste contexto, soft skills (habilidades menos técnicas) são mais requisitadas do que hard skills.

“A gente acredita muito no ensino de transdisciplinaridade, criatividade e trabalho colaborativo para aprender. Não basta apenas aprender algo, é importante que isso esteja de alguma forma aplicado a situações e a contextos que motivem a pessoa”, ressalta Leandro Herrera. [1] Na Tera, o aprendizado é “project based”, ou seja, os estudantes aprendem enquanto desenvolvem um projeto. Mais de 70 empresas já tiveram estratégias desenvolvidas por alunos, indo de fintechs a ONGs. Como exemplo disso, os estudantes do Bootcamp de Data Science, fazendo uso dos dados do SUS, desenvolveram modelos preditivos de inteligência artificial para prever o momento de desospitalização de pacientes. Esse projeto, se implementado, aumentaria a eficiência do sistema e pouparia milhões de reais. Mais casos com este, você consegue ler na newsletter da Tera.

O relatório do World Economic Forum constatou que 35% das habilidades que profissionais precisam ter nesse momento – independente da indústria – terão mudado até 2020. Pensando nisso, a Tera criou para os estudantes alguns pilares de metodologia, um deles é o ensino baseado em projetos.

“São briefings reais, de clientes reais. Traz a realidade para sala de aula, o poder de invenção, criatividade e inventividade. E usando a sala de aula como laboratório de aprendizagem”, contou Claudio Yamaguchi, sócio e head de programas da Tera, sobre o “Project Based”, durante uma live sobre “O futuro da educação”.

A Tera, em Novembro, divulga os primeiros resultados da Pesquisa Re:Trabalho, investigação inédita no Brasil que busca mapear o fenômeno do Digital Skill Gap – descobrir como o avanço da tecnologia em todas as camadas da sociedade está transformando a relação das pessoas com o trabalho e com a educação.

A palavra de ordem deste momento é a multidisciplinaridade – seja para os profissionais, seja para as empresas. Quando questionados sobre suas motivações para desenvolver novas competências técnicas e habilidades, 48% dos profissionais disseram que querem entender de vários assuntos. Em contrapartida, apenas 24% dos profissionais afirmam serem motivados por aumentar seus rendimentos na hora de aprender novas habilidades.

Este comportamento é um forte argumento sobre o profissional “T”:

A forma como as pessoas estudam e adquirem conhecimento também está em transformação: cursos de educação tradicionais (como pós-graduação ou MBAs) perderam significativamente a sua relevância com profissionais que procuram desenvolver novas habilidades e se prepararem para mudanças do mercado. Por outro lado, novas formas de aprendizado, mais adequadas às necessidades imediatas do mercado de trabalho, começam a ganhar mais espaço e relevância. Veja quais aqui.

Segundo Leandro Herrera, CEO e founder da Tera, é “fundamental mapear os futuros possíveis do trabalho e das organizações para criar modelos de educação que possam dar oportunidades para milhões de pessoas”. Por isso, a pesquisa, procurou entender quais são as competências mais valorizadas nos profissionais do futuro e quais movimentos as empresas estão fazendo para desenvolver talentos, além de reter e atrair. (Você pode acessar o report com todas as informações aqui).

Atualmente, diversos mercados estão caminhando para transformar os modos de educação. Para quem busca atualizar o currículo, vale acessar aqui e conhecer o trabalho da Tera, uma possível solução para a crise de talentos e empregos na economia digital.

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