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7 dicas para se divertir no Carnaval (e respeitar as minas)

Por Fernanda Miranda, Heloisa Aun e Paula Lago

Por: Redação | Comunicar erro
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Raquel teve seu corpo tocado no Carnaval de 2015; Julia foi agredida após recusar beijar um rapaz no ano passado; Mariana sofreu uma tentativa de estupro ao sair de um bloco de rua.

Embora situações de assédio sexual e violência contra a mulher, como as citadas acima, ocorram em todos os meses do ano, a cultura machista do Carnaval de que “tudo é permitido” faz com que esses casos se tornem ainda mais recorrentes neste período.

Para lutar por respeito na folia, o Catraca Livre promove pelo segundo ano consecutivo a campanha #CarnavalSemAssédioem parceria com a revista “Azmina” e os coletivos “Agora é que são elas”, “Nós, Mulheres da Periferia” e “Vamos juntas?”. Saiba mais aqui.

Paquerar, beijar e se divertir fazem parte da folia, mas com uma condição: é preciso respeitar as minas. Confira abaixo 7 situações que mostram o que você pode fazer (e quais atitudes NUNCA tomar) para se divertir no Carnaval sem ser machista.

Ilustrações de Helô D’Angelo para o Catraca Livre.

  • 1. Um casal de mulheres que está junto não quer um homem no meio

  • 2. Não toque sem permissão no corpo de nenhuma mulher

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  • 3. Fantasia não é convite para o assédio

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  • 4. Se uma mulher não quiser ficar com você, não insista

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  • 5. Nunca force uma mulher a beijar ou ter relações sexuais

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  • 6. Não se aproveite de aglomerações nos blocos para abusar das minas

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  • 7. Não trate mulheres negras com estereótipos e racismo

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* As ilustrações foram inspiradas no Guia didático da diferença entre paquera e assédio, feito pela revista “AzMina”.

  • Passadas de mão, beijos à força, puxões no cabelo e outras investidas sem consentimento não podem ser encaradas como algo natural no Carnaval. Veja aqui como denunciar.

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