Caixa faz hoje 4 pagamentos diferentes do auxílio emergencial

Apenas os beneficiários do Bolsa Família podem sacar em dinheiro o auxílio emergencial de R$ 600

Por: Redação

A Caixa Econômica Federal realiza nesta terça-feira, 30, quatro pagamentos diferentes do auxílio emergencial de R$ 600. Ao todo, serão contemplados mais 8,8 milhões de beneficiários, tanto do Bolsa Família quanto fora do programa.

Quem faz aniversário em março e abril recebem, via poupança digital, a 3ª, a 2ª ou a 1ª parcela do auxílio emergencial, conforme a data em que tiveram o cadastro aprovado. As informações são do UOL.

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Crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil EconomiaApenas os beneficiários do Bolsa Família podem sacar em dinheiro o auxílio emergencial de R$ 600

Também a partir desta terça-feira fica liberado o saque da 3ª parcela a todos os inscritos no Bolsa Família. Os beneficiários do programa podem sacar o valor em dinheiro.

Já os demais beneficiários do auxílio emergencial só podem fazer movimentação pelo aplicativo Caixa Tem, que permite pagamento de contas e boletos e compras por meio de cartão virtual.


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Para quem vai fazer o saque em dinheiro, os pagamentos começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. O calendário inclui a terceira parcela, a segunda parcela para os aprovados no lote 2 e a primeira parcela para os aprovados do lote 4.

Auxílio emergencial negado

Quem teve o pedido do auxílio emergencial de R$ 600 negado já pode contestar a decisão e realizar uma nova solicitação. É o que determina um acordo judicial firmado entre a AGU (Advocacia-Geral da União) e o Ministério Público Federal.

A ação civil pública movida pelo MPF para questionar supostas falhas na utilização do aplicativo do programa, visa aperfeiçoar a análise de pedidos de pagamento do auxílio.

Além da possibilidade de formulação de um novo pedido, em caso de rejeição, o governo também se comprometeu a substituir a expressão “Dados Inconclusivos” pela opção “Realize Nova Solicitação” nos casos em que o benefício não for efetivamente indeferido.

A ideia é tornar mais claro e apresentar motivação adequada para os atos de indeferimento e atualizar de forma permanente os bancos de dados oficiais, evitando defasagem de informações sobre situação de desemprego.

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