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Carlos Bolsonaro chama Moro de ‘pessoa estranha’ e ‘porco faminto’

Agressões foram motivadas por apoio dado pelo ex-ministro da Justiça ao empresário Paulo Marinho

Por: Redação

Neste domingo, 17, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) usou Twitter o para atacar Sergio Moro, chamando o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública de “pessoa estranha”, “cão velho” e “porco faminto”. A postagem foi publicada logo depois de Moro apoiar Paulo Marinho, que fez acusações graves ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

O empresário Paulo Marinho relatou, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, que Flávio Bolsonaro foi avisado com antecedência por um membro da Polícia Federal (PF) sobre a deflagração da Operação Furna da Onça.

“Espero que os fatos revelados, com coragem, pelo Sr. Paulo Marinho sejam totalmente esclarecidos”, escreveu Moro.

“Estou para conhecer uma pessoa mais “estranha” que este senhor! Note que força narrativas com a ‘imprensa’ 24h ao dia, visto que jamais mostrou provas desde que pediu demissão. Enquanto ministro, era mais mudo que um cão velho. Hoje, chafurda mais que um porco faminto”, escreveu Carlos.

Caso Paulo Marinho

Segundo Marinho, um dos mais importantes apoiadores de Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e suplente de Flávio, policiais teriam segurado a operação para que ela não influenciasse o resultado das urnas.

PF teria segurado a operação para que ela não influenciasse a eleição

O empresário também contou que Flávio Bolsonaro foi aconselhado a demitir Fabrício Queiroz e a filha. Os dois foram exonerados no dia 15 de outubro de 2018.

Em dezembro do mesmo ano, ainda de acordo com o depoimento, Flávio estava “absolutamente transtornado” com o escândalo de Queiroz, que já estampava as manchetes de todos os jornais.

Queiroz é acusado de operar um esquema de “rachadinha”, coagindo funcionário do gabinete a devolver parte de seus salários.

O Ministério Público do Rio investiga o caso e acredita que Flávio tenha se beneficiado do esquema, levando cerca de R$2,3 milhões através de lavagem de dinheiro com uma loja de chocolates e negociações de imóveis.

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