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Crivella fala que reportagens sobre ele são ‘coisas de vagabundo’

Por: Redação | Comunicar erro

O senador Marcelo Crivella (PRB), que concorre à prefeitura do Rio de Janeiro contra Marcelo Freixo (PSOL), fez duros ataques à imprensa nesta segunda-feira, 24, em sabatina no SBT do Rio. O político criticou o jornal “O Globo” e a revista “Veja” que, neste fim de semana, trouxeram reportagens sobre ele.

Veja/reprodução
Marcelo Crivella acusa imprensa de ser “vagabunda”

A revista “Veja” revelou o caso em que Crivella foi detido após uma discussão quando tentou retomar à força uma propriedade da Igreja Universal do Reino de Deus, da qual hoje é bispo licenciado.

Na reportagem de “O Globo”, o candidato aparece como o próximo a ser citado na delação premiada de Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, como beneficiário de caixa dois na campanha de 2010 ao Senado.

Crivella afirmou que as denúncias são “conversa fiada, coisa de patife e vagabundo”.

“Isso não está a altura dos esplendores do jornalismo do Rio de Janeiro. Agora, a uma semana da eleição, o inimigo jurado das minhas campanhas sempre aparece com uma delação. Não existe delação, não foi gravado. Isso é conversa fiada, é coisa de patife, de vagabundo. O jornal O GLOBO estampa na primeira página. Especula uma coisa que vai acontecer. Não tem delação, não tem grampo. Nem essa delação o sujeito vai dizer R$ 13 milhões ao Crivella. Isso é coisa de patife. Eles não querem é que eu entre na prefeitura, porque sabem que ali tem centenas de milhões de reais gastos com publicidade para calar os repórteres vagabundos que não denunciam e se propõem a um papel melancólico como esse de atacar gente de bem. Espero que a Justiça de Deus faça justiça com esse povo”, afirmou.

Sobre a reportagem de “Veja”, que mostrou uma foto de Crivella sendo fichado há 26 anos, o candidato do PRB, além de chamar os jornalistas de “patetas”, também disse que são irresponsáveis:

“Esses dois meninos da revista Veja são dois irresponsáveis. Um dia antes da publicação, eles me ligaram, dizendo que tinham fotos a meu respeito. Recebi-os em minha casa, tomaram café na minha sala, não encontraram nada na delegacia, porque o que eles dizem é tudo mentira”.

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