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Em festa com 1.500 pessoas, mulher diz ser médica e ataca repórteres

Festa foi interditada por Força-Tarefa de São Paulo e mulher não gostou nada

Por: Redação

A equipe de repórteres do programa “Balanço Geral”, da Record TV, foi atacada por uma mulher que diz ser médica ao flagrá-la em uma festa clandestina em São Paulo, na madrugada de domingo para segunda.

“Eu salvo vidas, você fica aí filmando os outros”, afirmou a médica ao ser flagrada na saída da festa. “Eu não vou nem falar com vocês. Você pra mim não vale nada. Câmera para mim não vale nada”, continuou. Segundo o programa, a mulher estava em uma festa com cerca de 1.500 pessoas que foi interditada pela Força-Tarefa de São Paulo.

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Crédito: Reprodução/Balanço Geral/Record TVEm festa com 1.500 pessoas, mulher diz ser médica e ataca jornalistas

Nas imagens, a mulher, que diz ser médica, a festa é, na verdade, aniversário de um amigo e questiona qual é o trabalho do cinegrafista. Ela apresenta um crachá em que é identificada como médica do Hospital Geral do Grajaú.

Ao UOL, a Secretaria de Saúde de São Paulo informou que a médica não faz parte do corpo clínico do Hospital desde 2020 e que tomará “medidas para reaver o crachá” que foi utilizado “indevidamente”.

Segundo a Força-Tarefa do governo de São Paulo, a maioria dos frequentadores não utilizava máscaras faciais, descumprindo o protocolo de medidas sanitárias contra a covid-19.

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Outra festa clandestina e mais ofensas a jornalistas e policiais

No dia 10 de julho, a socialite Liziane Gutierrez, frequentadora de uma festa clandestina nos Jardins, bairro nobre de São Paulo, viralizou nas redes sociais após confrontar os policiais da blitz que tentavam interromper o evento lotado.

Para entrar na festa, que aconteceu no escritório do advogado Adib Abdouni, cada convidado desembolsou a quantia de R$ 1.600,00. As cerca de 500 pessoas presentes no evento ainda contaram com show da dupla sertaneja Kauê e Kaun, segundo informações do governo de São Paulo.

Ao chegarem ao local, integrantes da blitz, composta por integrantes das forças de segurança do estado, Procon e Vigilância Sanitária, foram hostilizados e seguranças tentaram impedir a entrada deles. Veja mais sobre o caso aqui.

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