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Em gesto nobre, homem deixa US$ 3 mil de gorjeta a restaurante

Gorjeta chamou atenção nas redes sociais em meio à crise econômica que afeta setor de bares e restaurantes

Por: Redação
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Em meio à pandemia do novo coronavírus, bares, restaurantes e baladas em todo o mundo se viram obrigados a baixar as portas. E nos Estados Unidos, um episódio inusitado está dando o que falar nas redes sociais.

No último domingo, 29, ao pagar a conta em um restaurante na cidade de Cleveland, um cliente surpreendeu a todos ao deixar de gorjeta US$ 3 mil aos funcionários. A doação, inclusive, aconteceu às vésperas de um novo fechamento que visa conter o aumento de casos.

A história veio à tona depois que o proprietário do restaurante, Brendan Ringo, revelou a boa ação nas redes sociais. Ele contou que, na ocasião, o cliente bebeu apenas uma cerveja, pediu a conta e sugeriu que a gorjeta fosse dividida entre os quatro funcionários. O que Brendan, no entanto, não notara é o valor deixado da generosa contribuição, avaliada em mais de R$ 16 mil.

No relato, Brendan ainda revelou que, ao se deparar com a inesperada gorjeta, saiu em busca do cliente para alertá-lo sobre o aparente engano. “Eu corri atrás dele, mas ele me disse que não havia erro nenhum e que nos veríamos na reabertura”. A conta somou US$ 7,02, menos de um 1% da gorjeta ofertada.

Gorjeta ganhou repercussão nas redes sociais em meio à crise econômica que tem afetado, sobretudo, bares e restaurantes em todo o mundo – Divulgação/Facebook

Com a repercussão do caso, Ring optou por manter a identidade do cliente preservada. E o restaurante fechou as portas, temporariamente, logo após o inesperado gesto de empatia.

Segunda onda

Com a segunda onda em pleno curso, não são raros os casos de estabelecimentos que optaram pelo fechamento nas últimas semanas. Voluntariamente, por razões econômicas ou decisão das autoridades.

Autoridades temem uma nova explosão de casos após o feriado de Ação de Graças, no último dia 26 de novembro. Nesta semana, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estimou que até 60 mil pessoas poderiam morrer em decorrência do contágio neste período.

País mais atingido pela pandemia, os Estados Unidos contabilizam mais de 12,8 milhões  de casos e mais de 263 mil mortes.