Grupo de empresários filantropos vai investir R$ 5 mi em ONGs

O movimento nasce com uma meta ambiciosa: dobrar o volume de colaborações em relação ao PIB brasileiro em 10 anos

Por: Gilberto Dimenstein | Comunicar erro

Está sendo lançada nesta quinta-feira (2) o Movimento Bem Maior, que tem como objetivo estimular a cultura de doação entre os milionários brasileiros.

A iniciativa é capitaneado pelo bilionário Elie Horn, fundador da incorporadora Cyrella, que se uniu a Eugenio Mattar (Localiza) e Rubens Menin (MRV Engenharia) e ao apresentador Luciano Huck.

O movimento nasce com uma meta ambiciosa: dobrar o volume de colaborações em relação ao PIB brasileiro em 10 anos.

Movimento Bem Maior
Crédito: Steve Debenport/iStockMovimento Bem Maior tem como objetivo estimular a cultura de doação entre os milionários brasileiros

A primeira ação do Movimento Bem Maior é a selação de 50 ONGs para receber aportes de até R$ 100 mil cada para desenvolverem seus projetos.

Os projetos devem ser inscritos até 24 de maio e, após uma fase de seleção, os 100 escolhidos participarão de votação popular no site do Movimento Bem Maior (movimentobemmaior.org).

Os 50 selecionados serão anunciados no dia 1º de julho. Todo o processo será feita em parceria com o Instituto Phi, que presta assessoria e mensura resultados de projetos de filantropia.

“O Movimento Bem Maior marca para nós uma nova fase, o compromisso em fazer o melhor e continuar dando sentido à nossa missão neste mundo. Quanto mais doamos, mais nos aproximamos do nosso propósito e mais fortes nos tornamos. Acreditamos nas pessoas, no engajamento e na força que ações estruturadas têm para transformar o mundo”, diz Elie Horn.

O grupo acredita que, num mundo complexo

como o de hoje, se cada um contribuir com o seu melhor, a chance do círculo virtuoso funcionar é muito maior.

A partir dessa visão de interdependência, o Movimento Bem Maior quer atuar articulando o setor em dois grandes eixos: o de investimento social privado e o de comunicação, fortalecendo e impulsionando a cultura da colaboração, tão presente no povo brasileiro apesar de nossas imensas dificuldades.

O desafio é aliar essa cultura à visão de que o dinheiro, se bem usado e fiscalizado, pode ser um catalisador do processo de mudança iniciado por projetos, ações e pessoas.

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