Computadores emotivos, crianças que criam games e robôs que cantam ópera na coluna de Gilberto Dimenstein

Por: Redação

Cada membro do corpo docente do Media Lab do MIT lidera um grupo de pesquisa que conta com a colaboração de graduandos e pós graduandos. Existem grupos voltados para os mais diferentes temas.

Um deles é o Affective Computing, que estuda a influência da emoção na cognição, na percepção e na realização de tarefas cotidianas e como isso afeta a comunicação e o processo de aprendizagem. A equipe desenvolve também novas teorias e tecnologias para melhorar a compreensão do afeto e de seu papel na experiência humana.

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Affective Computing

Já o Center for Future Civic Media é voltado para a pesquisa de novas tecnologias e ferramentas de mídia, que estimulem e facilitem a prática da cidadania. Este grupo veio de uma parceria entre o Media Lab, mais voltado para a formação técnica e tecnológica, e o Programa de Estudos Comparativos de Mídia, que se dedica a identificar o potencial cultural e social dos meios de mudança.

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Center for Future Civic Media

Aprender brincando

O Scratch é um site desenvolvido pelo MIT, que disponibiliza a seus usuários uma linguagem de programação simples e auto explicativa para possibilitar a criação de histórias interativas, animações, jogos, música e arte e o compartilhamento de todo esse conteúdo.

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Scratch

Com a elaboração desses projetos os jovens aprendem importantes ideias matemáticas e computacionais,  têm seu raciocínio criativo e lógico estimulado, além de aprenderem a trabalhar colaborativamente.

Instrumentos musicais inteligentes

O grupo de pesquisas Opera of the Future, também do MIT, tem como objetivo inventar instrumentos musicais que “entendam” as intenções artísticas do músico, permitindo a expansão e o aprimoramento da expressão musical. O objetivo é direcionar esses instrumentos tanto para músicos altamente qualificados, quanto para estudantes, idosos e deficientes.

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Opera of the Future

Personal Ópera

A partir de ferramentas com essa, o projeto Death and the Powers pretende reinventar a ópera como a conhecemos. O recurso consiste num pequeno exército de robôs que reproduzem a sonoridade dos instrumentos e dos personagens da ópera. A grande diferença aqui é a possibilidade de programar esses Robôs com suas próprias memórias, histórias e sons, criando uma “Personal Ópera”.