5 dicas para perder o medo de investir no Tesouro Direto

Buscar uma assessoria financeira, entender a rentabilidade e até mesmo o seu perfil de investidor facilita a escolha do investimento

Por: Publi | Comunicar erro

Ora, ora… Parece que temos um possível investidor por aqui! Se você está procurando, ou já investe no Tesouro Direto, precisa saber que ele é um título público para pessoas físicas, por meio da internet, que pode fazer o seu dinheiro render até mais que a poupança.

Segundo o governo, a intenção de disponibilizar os títulos é democratizar o acesso ao investimento. Isso faz com que seja possível começar aplicando a partir de R$30. Falando de uma forma mais clara, é como se você “emprestasse” dinheiro para a esfera pública e em troca disso ganhasse uma rentabilidade.

Crédito: iStock/sureepornBusiness, finance, saving money, banking, property loan or mortgage concept : Wood house model, coins, eyeglasses and saving account book or financial statement on office desk table

Para entender de fato com isso funciona, saiba quais são as cinco dicas fundamentais para quem escolhe o Tesouro Direto.

1. É importante descobrir o seu perfil de investidor

As variações do seu perfil podem mudar ao longo da jornada. Apesar disso, dá para classificar o comportamento de uma forma simples:

Conservador: é quem não quer correr nenhum tipo de risco, ou seja, quer ganhar sem ter a possibilidade de perder muito dinheiro. Ex: pessoas que aplicam em tesouro, CDB e poupança.

Moderado: tolera algum tipo risco de perda em busca de um ganho maior. Ex: investe em os fundos multimercados, COE, entre outros.

Agressivo: aceita risco porque busca alta rentabilidade e uma renda variável. Ele procura diversificar os investimentos. Ex: são pessoas que apostam na carteira de ações.

Para descobrir seu perfil de investimento, você precisa responder ao questionário de perfil de investidor que fica disponível na abertura de conta. É importante perceber qual sua aversão a risco, qual objetivo, qual o prazo, pois isso tudo traça um perfil e com ele você poderá escolher os melhores investimentos

2. Procure ajuda para investir

Para facilitar a sua vida, uma ajudinha sempre vai bem. Quem deseja ter mais segurança, vale pedir auxílio aos especialistas que lidam com isso o tempo todo.

O Tesouro Direto possui diversos tipos de títulos e prazos o que pode ficar confuso para o investidor saber qual o melhor. Portanto, a assessoria é ideal, pois vai avaliar seus objetivos, sua necessidade de liquidez e com isso ser assertivo na escolha do melhor título para você. Com Tesouro, você foge dos contratempos, afinal é o investimento mais seguro, pois estamos falando de Risco Soberano.

Crédito: iStock/sturtiProcure um bom consultor financeiro

3. Como funciona a rentabilidade

Porcentagem, rendimento e tudo mais, às vezes podem dar um nó na cabeça. De forma descomplicada, a poupança pode ficar de lado se você escolher essa modalidade.

A poupança, por exemplo, rende atualmente 70% da taxa Selic, que atualmente está em 6,5% ao ano, já o Tesouro rende 100% da taxa Selic, ou seja, o Tesouro tem uma rentabilidade muito maior que a poupança. Outra vantagem é a rentabilidade diária do Tesouro, todo dia o dinheiro investido tem rentabilidade.

4. O Tesouro Direto na prática

Inicialmente parece que você não vai dar conta de entender tudo isso, mas a dica é, principalmente, definir a sua meta.

Você pode vender seu título a qualquer momento, em dias úteis, de 09h30 às 18h00 e o recurso ficará disponível no dia seguinte. É preciso avaliar qual o objetivo do investimento

para decidir qual prazo você vai aplicar, afinal existem diversos. No entanto, no geral o ideal é deixar sempre até o vencimento, se você não tiver conhecimento, pois os preços dos títulos podem variar diariamente.

A partir daí, vale entender como funciona o resgate e quanto pode cair no seu bolso. Talvez possa valer a pena variar a aplicação financeira.

Dependendo do tempo que você queira ficar com o dinheiro investido, podem existir opções de renda fixa com uma rentabilidade maior, como CDBs, LCI, LCA e LCs mas não necessariamente com liquidez diária, como o Tesouro Direto.

Crédito: iStock/Tomwang112Planeje seus objetivos sozinho ou em família

5. Qual o valor ideal?

Como nós comentamos acima, o valor inicial começa super baixo, mas o Tesouro é multifuncional e pode atender a todo tipo de demanda.

Para quem tem valores altos, o ideal é contar com uma assessoria para entender todo seu perfil e objetivos, com isso diversificar a carteira buscando potencializar os ganhos nos investimentos.

Se a sua intenção é começar devagar, sem problemas, também vale colocar seu capital para render.

Já para quem tem menos recurso, o ideal é juntar em um investimento com liquidez e seguro, como o Tesouro Selic que você pode aplicar a partir de R$30 e no momento que você estiver com um valor maior, buscar novos investimento para diversificar a carteira.

Conheça uma assessoria para começar a investir

A ideia é rentabilizar o capital dos clientes de forma consciente. Isso faz com que eles analisem a sua situação financeira e indiquem e a solução mais adequada para quem quer aumentar o rendimento do patrimônio.

O mais interessante é que no caso do Tesouro, não há taxa de administração, nem custos para a abertura de conta.

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