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Catraca Livre vai à banca de TCC

Camila Garófalo e Julia Paiva, estudantes de publicidade no Mackenzie, apresentaram seu trabalho de conclusão baseadas no site de jornalismo cultural

Por: Redação

Durante um ano, o Catraca Livre foi objeto de estudo das publicitárias Camila Garófalo e Julia Paiva. Inseridas no cotidiano da redação, tiveram o trabalho de detectar qualidades e também os pontos fracos que compõem o site de jornalismo cultural.

Como proposta, criaram a agência fictícia “Roca” que seria responsável por planejar uma ação de marketing capaz de melhorar a projeção do Catraca na cidade e também descobrir qual o grau de satisfação do público que acessa o portal.

Camila Garófalo, recém-formada em Publicidade e Propaganda pelo Mackenzie

Ao longo do processo, as universitárias acompanharam o ritmo da redação, os projetos desenvolvidos, as reuniões de pautas e outros encontros que tratavam de assuntos substanciais – como patrocínio e planejamento mercadológico. Mas Garófalo pretendia ir além daquilo que a publicidade tem como função.

“Queria tirar o papel que a publicidade tinha de apenas vender. Eu queria usar a força da publicidade para algo que não fosse simplesmente lucrativo”, comenta Camila.  O projeto analisou o consumidor de cultura e suas impressões sobre o que é veiculado pelo Catraca. A publicitária buscou aplicar o conceito que define como a essência da publicidade: “contar aquilo que já existe da maneira que você quer”.

O processo de criação e estruturação do seu Trabalho de Conclusão de Curso fez com que ampliasse as habilidades dentro da área. Camila, que sempre atuou como redatora publicitária, assumiu novas atividades. “Fui planejamento, atendimento, mídia e produção. Além de jornalista e revisora do projeto. Na prática, aprendi mais durante o TCC, do que ao longo do curso”, explica.

A pesquisa trouxe novas parcerias, investimento em produtos inéditos (como a editoria “Abracatraca”, que também batiza a campanha), ações em diferentes pontos da cidade e uma abordagem específica para cada editoria da página.  “Foi descoberta durante a pesquisa qualitativa que o usuário catraca livre não reconhece todas as editorias e, com isso, os demais conteúdos”, revela.

Camila resolveu focar nas cores de cada seção e com isso levar o leitor ao reconhecimento do conteúdo publicado. “Nós queríamos que as pessoas pudessem conhecer outras partes do site, outras culturas. As cores e os diferenciais de cada seção ajudaram a dar esse destaque”, justifica.

Redatora da editoria de “Promoções”, Garófalo pôde aprofundar sua pesquisa de campo e fundamentá-la com propriedade. “No caso, eu era agência e cliente ao mesmo tempo. Eu sabia o que eu queria ouvir e, portanto, sabia o que devia falar”, explica. Após a apresentação do trabalho no dia 5 de dezembro, no Mackenzie, a recém-formada trouxe o resultado de seus estudos para a redação do Catraca Livre e compartilhou os dados com a equipe.

Lia Roitburd, educadora e gestora do Catraca, estava presente durante a apresentação que Camila realizou na redação. “O meu olhar ao assistir o trabalho trouxe o pensamento de que isso é útil para nós”, comenta. Os objetivos, pontos positivos e também negativos permitiram o questionamento quanto a implantação de um projeto de marketing dentro da empresa. “Nós não tínhamos essa visão de marketing voltada para o Catraca”, reforça Roitburd que completa ao dizer que se sentiu como “a cliente ‘bem atendida”.

Se a proposta do trabalho era apresentar um serviço fundamental para o crescimento do Catraca Livre, a dupla de estudantes prestou um serviço pontual. Batizada de “Abracatraca”, a campanha desenhou novos caminhos para ajudar na realização do que mais buscamos: trazer a cidade para a palma da sua mão.

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