Jorge Vercillo surpreende ao falar de experiência extraterrestre

Por: Redação | Comunicar erro
O cantor Jorge Vercillo surpreendeu com suas falas no “Programa do Porchat”

Por essa ninguém esperava. Os fãs do cantor Jorge Vercillo foram pegues de surpresa nesta terça-feira, 12, durante o “Programa do Porchat”, na Record.

Perguntado por Fabio Porchat o que já havia visto de diferente, Vercillo afirmou acreditar que os humanos tenham surgido em outro lugar, e não na Terra.

“Para ver um ET, se olha no espelho”, disse ele. “Tenho certeza que o ser humano, o homo sapiens, não é originário da Terra. Não existe o elo entre o homo erectus e o sapiens”, afirmou.

Em seguida, ele contou sobre algumas experiências que teve e que atribui a fenômenos ligados à ufologia, conjunto de assuntos e atividades associadas com o interesse em objetos voadores não identificados.

“Não vi disco voador, mas temos visto eu, minha família e amigos bolas de luzes frequentemente na minha casa. São segundos”, relatou o cantor.

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“A primeira vez foi de madrugada, estava na minha varanda, olhando e vi uma bola dourada passando. Ela passa para outra casa e some. Já gostava de ufologia e fiquei doido, achando que era uma sonda extraterrestre”, lembrou ele.

O cantor garantiu que a experiência se repetiu outras vezes. “Na noite seguinte, nosso grupo de amigos falava sobre o assunto e apareceu a bola no meio do campo. Ela vem, começa a andar, desce e some”, contou.

“É uma matéria, existem pessoas que falam que é uma sonda extraterrestre, outras que é um relâmpago, um fenômeno atmosférico normal. Mas, todas as vezes que apareceu na minha casa, não tinha nenhuma nuvem, nenhuma eletrostática. Tem quem ache que também é um ser, uma força da natureza, só que extrafísico, não da mesma densidade que nós”, continuou.

Para o cantor, o que ele não não foi coisa de louco e nada supera a realidade. “Não fumo, não bebo, não uso droga. A coisa mais louca que existe é a realidade. A gente está numa bola de pedra que abriga milhares de vidas. Então isso é muito maior que tomar um ácido”, concluiu.

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