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Estreia de SPFW é palco de representatividade e inclusão na moda

Por: Redação | Comunicar erro

Nesta segunda-feira, dia 24 de outubro, São Paulo foi passarela não só para roupas estilosas e artísticas, mas, também, para um show de inclusão e mudança nos padrões de beleza no mundo da moda.

O desfile da Laboratório Fantasma, mais conhecida como LAB, fez parte do São Paulo Fashion Week pela primeira vez. A estreia, no entanto, não foi nada convencional e causou reações positivas do público.

Os donos da marca, Emicida e Fióti, utilizaram um casting diverso, colocando em foco novos protagonistas. Além das roupas, o que chamou atenção foram os modelos: negros, brancos, gordos, magros, mulheres, homens, gays e héteros. Para eles, “o importante pra gente é a rua, é quem anda por aí de verdade”, contou o estilista João Pimenta em entrevista à Uol.

A LAB foi símbolo de representatividade também no backstage, afinal, não existe outra marca no SPFW de 2016 que seja de empresários negros.

Veja alguns dos destaques do desfile abaixo:

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