Os finais de semana de março da Unidade Provisória do SESC Avenida Paulista continuam repletos de histórias para crianças e adultos. Neste mês, a Cia Prosa dos Ventos chega à unidade com duas contações inspiradas em contos de fada franceses. Já o Grupo Parampará e o Grupo Guardiões do Sonho apresentam histórias tradicionais brasileiras, com sua variedade de ritmos e cores. Beth Rizzo também desfia seus contos neste mês na Avenida Paulista.

Programação:

Encontro Com Bichinhos e Bichões - Dia 14 de março, sábado às 15 horas, no foyer do auditório. Com o Grupo Parampará. (50 min)

Seu Raposo Adora Livros - Dia 15 de março, domingo às 15 horas, no foyer do auditório. Com Beth Rizzo. (40 min)

O Aventureiro do Velho Chico - Dia 21 de março, sábado às 15 horas, no foyer do auditório. Com o Grupo Guardiões do Sonho. (40 min)

Claire - Dia 22 de março, domingo às 15 horas, no foyer do auditório. Com a Cia. Prosa dos Ventos. (40 min)

Voilà Passarinho - Dia 28 de março, sábado às 15 horas, no foyer do auditório. Com a Cia. Prosa dos Ventos. (45 min)

O Uirapuru - Dia 29 de março, domingo às 15 horas, no foyer do auditório. Com o Grupo Guardiões do Sonho. (40 min)

Grupos:

O Grupo Parampará volta à unidade no dia 14 de março, sábado, com a contação Encontro com Bichinhos e Bichões, inspirada em poemas infantis de Vinícius de Moraes, canções e contos do imaginário popular. Através de movimentos com o corpo e objetos animados, as contadoras conversam com as crianças sobre histórias de bichinhos, como coelhos e pinguins, e também de bichões que muitas vezes existem só em nossa mente, como o medo.  Luvas transformam-se em fantoches, uma bexiga vira um pingüim e laranjas representam o sol nessas histórias costuradas por canções que incentivam a participação das crianças.

No domingo, dia 15, a Cia. do Rizzo dá continuidade à programação de contação com Seu Raposo Adora Livros, uma história divertida sobre uma raposa apaixonada por livros que, ao terminar a leitura, os tempera com uma pitada de sal para devorá-los. Quando termina com o estoque de sua biblioteca, ela precisa descobrir uma forma de conseguir mais livros ou então mudar sua alimentação, para não morrer de fome.

O Grupo Guardiões do Sonho apresenta-se pela primeira vez na unidade no sábado, 21 de março. Composto por artistas com formações variadas em teatro, dança e música, o grupo chega com o conto O Aventureiro do Velho Chico. O menino Juvenal constrói um barco e se lança em uma incrível aventura pelas águas do Rio São Francisco, em que enfrentará vários desafios e encontrará figuras fantásticas, como a Iara e a Mãe d’Água. A história é contada por dois contadores, os compadres, que, sentados à margem do Velho Chico, observam Juvenal passar.

No dia 22 de março, domingo, a Cia Prosa dos Ventos estreia na unidade, com um projeto que une folclore e contos de fada franceses ao rico imaginário do Brasil. Neste dia, animam as crianças com o conto Claire, inspirado na lenda francesa Melusina e na cantiga folclórica La Claire Fontaine. Dois jovens apaixonados e felizes que são separados após a quebra de uma promessa – quando o jovem desaparece nas águas de uma fonte muito clara e cristalina – precisam descobrir uma forma de voltar a ficar juntos.

A Cia. Prosa dos Ventos continua na unidade no sábado, 28 de março, com a contação Voilà Passarinho. Inspirada na cantiga folclórica Alouette e na música La Vie em Rose, de Edith Piaf, a história trata de uma andorinha que só vê a vida em cor de rosa, sonha em ser cantora e virar celebridade. Porém nada é tão simples e muitas surpresas acontecem em seus vôos artísticos.

O Grupo Guardiões do Sonho finaliza a programação do mês com a apresentação O Uirapuru, no domingo, 29 de março. Os contadores assumem a forma de dois pesquisadores de pássaros para resgatar, de forma divertida e prazerosa, a lenda do uirapuru.  Com bonecos e objetos cênicos feitos de materiais rústicos e naturais, eles narram a lenda do pássaro que na verdade seria uma índia muito bonita. Infeliz por um amor não correspondido, ela foi transformada no uirapuru por Tupã, para poder visitar seu amado sem ser reconhecida por ele.

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