A fim de valorizar os gêneros de música instrumental e vocal da cultura brasileira e incentivar os artistas contemporâneos a apresentarem seu trabalho ao vivo, o Teatro Coletivo lança: Choro da Casa.

Incrementando o trabalho de difusão cultural realizado no Teatro Coletivo,  este projeto vem ampliar o leque de opções de atividades culturais oferecidas ao público paulistano por esta casa de espetáculos, com o objetivo de difundir os gêneros, compositores e estilos da música brasileira, ampliando o acesso do público ao patrimônio de nossa cultura musical.

Durante dois meses, vários artistas vão se apresentar gratuitamente no Choro da Casa (às quartas-feiras).

O que são Rodas de Choro?

O estilo (ou estilos) comumente denominado de choro é na verdade um universo musical riquíssimo, contabilizando, desde as suas origens, em meados do século XIX, mais de 70.000 composições. Ou seja, há quase 2 séculos uma média de 1 choro é composto a cada 4 horas por compositores brasileiros.

Choro da Casa é um projeto que pretende difundir este patrimônio, tanto com composições dos clássicos do choro, como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Valdir Azevedo, mostrando as músicas mais conhecidas e também o “lado B” destes compositores, como executar choros de autores da novíssima geração, inclusive composições dos próprios intérpretes.

Esta roda de choro será um sexteto composto por Felipe Soares (acordeom e piano), Carlinhos Amaral (violão de 7 cordas), Marcel Martins (Cavaquinho) , Diego Baptista (violão de 6 cordas), Pimpa (percussão) e Sérgio Audi (flauta).
Serão realizadas, no intervalo de 2 meses, 8 rodas de choro, com a duração média de 2 a 3 horas, num espaço informal onde o público poderá inclusive dançar se quiser.

Choro da Casa