A CAIXA CULTURAL São Paulo apresenta Spirulina, uma palhaça que se mostra devagar. Ela traz uma bagagem. Aos poucos revela seus segredos, seus brinquedos, seu mundo peculiar. Convida a plateia a participar desse mundo, incluindo-a na sua lógica pessoal. Mostra a que veio. Fala de morte, vida, morte-vida, desejos, ardis, superações. É funeral. É renascimento.
Indicado para todas as idades, a peça encenada pela atriz Silvia Leblon acontece na CAIXA CULTURAL São Paulo, no centro da cidade (Sé), entre os dias 01 e 04 de outubro, quinta-feira a sábado, às 19h, e domingo às 18h. Todas as encenações são seguidas por um bate-papo da artista com o público.

Esta peça nasceu do número solo de mesmo nome, inicialmente sob a direção de Naomi Silman, após workshop com a canadense Sue Morrison, que veio ao Brasil pela primeira vez a convite do Lume, em 1999. Para dirigir essa nova montagem foi convidado o ator pesquisador e responsável pela pesquisa do palhaço no Lume, Ricardo Puccetti.
É palhaço através de máscaras,  “um  trabalho do coração, que aprendi com Sue Morrison; meu caldeirão de misturas, das técnicas e sentidos diversos de tudo que continuo aprendendo, através desse olhar diverso do clown/palhaço; na verdade, um pretexto para encontrar o público, um carrinho que pretendo puxar até o fim de meus dias”, completa a artista.

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Créditos: Foto da peça

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Spirulina em Spathódea, no Caixa Cultural São Paulo