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A banda

A partir das 19h30 a banda Strombólica fecha o evento no coreto principal do Centro Cultural Rio Verde, não perca esta festa!

Sobre a banda

A ideia de criar um espaço para gravação de experimentações musicais uniu os quatro integrantes da Strombólica que, faiscando com suas criações livres, toparam com um repertório inflamável precisando ser aceso nos palcos.
Compuseram assim seu repertório autoral.

Amigos e parceiros de muitos projetos,  Daniel Xingu, Lia Bernardes, Marcelo Dworecki e Nandinho Thomaz, fazem uma música tropical peculiar bem temperada com rock, psicodelia e suingue e mostram seu repertório autoral com personalidade em um show com canções inéditas e músicas de seu primeiro CD (SMD) independente, lançado em 2009.

Atualmente faz shows pelo circuito cultural paulista em bares, Feiras, Centros Culturais e Circuito de Festivais nacionais.

Em 2009, com a Cia. Pia Fraus, a banda compôs e executou a trilha do espetáculo infantil “Bichos do Mundo”, com direção musical de Carlos Bauzys, apresentado nos SESCs Paulista e Ipiranga. Neste ano também participou da trilha sonora do curta-metragem “No imaginário da Vovó” e foi selecionada para participar do Festival DemoSul em Londrina.

Em 2007 e 2008, criou e executou a trilha sonora do espetáculo musical e circense “Cabaré Insólito” apresentado no Encontro de Lonas “Circo Geral”(Dezembro de 2007), no teatro João Caetano (março de 2008) e destaque no Panorama Paulista de Circo (Abril de 2008).

Em sua formação instrumental, a Banda Strombólica acompanhou em 2006 e 2007, o espetáculo Stapafúrdyo, do Circo Roda Brasil (com as companhias Pia Fraus, Parlapatões) com direção musical de André Abujamra e durante 1 ano e meio fez mais de 250 apresentações por diversas cidades do Brasil.

Strombólica pelo jornalista e músico Peri Pane

Strombólica. Que palavra mais... mais... “estrombótica, esquisita, extravagante, original, excêntrica”. O velho e amarelado dicionário Aurélio dá uma pista. Ainda assim não resolve a corrida deste ouvinte encucado na busca de uma definição para o som da Banda Strombólica. De tanto ouvir, ele já sabe que é uma música solar (do sol e da sola) para ouvir sorrindo de ponta a ponta.

Há um humor sem idade, garimpado nos melhores circos da via Láctea, e aquela facilidade para premeditar o breque no meio das curvas musicais mais sinuosas. A vertigem dos intrépidos saltos do picadeiro está em todo o primeiro CD (SMD) independente da banda, principalmente nas faixas  “Xingunovolante”, “Corda Coral” e “The Flash”. Um lirismo dissonante de “Renata” e da excêntrica “Pessoas Linguarudas” contribui para deixar o mapa ainda mais confuso.

Também, olha só os elementos que estão nesse bonde: o endiabrado baterista Fernando Tomaz; Marcelo Dworecki, que faz qualquer corda soar como cobra coral; Daniel Xingu, que não só barbariza no volante mas também nas baixarias e vocais; e, claro, a melíflua Lia Bernardes, destilando todo o liame das vozes (dá-lhe Aurélio!).

E entre as mãos e contramãos da vida, embarque sem cinto de segurança nesse som... nesse som... taí, viajante.

Strombólica