Hoje faz 68 anos que São Paulo perdeu Mário de Andrade. Para marcar a data, o Instituto Mobilidade Verde homenageou o poeta, romancista, musicólogo, historiador, crítico de arte e fotógrafo com uma intervenção pelas ruas da cidade.

O poema "Quando Morrer quero ficar", escrito três anos antes de sua morte, foi espalhado por postes e esquinas. O resultado foi um conjunto de fotos que estão disponíveis no site da Bicicloteca.

"... Meus pés enterrem na rua Aurora,

No Paissandu deixem meu sexo,

Na Lopes Chaves a cabeça

Esqueçam.

No Pátio do Colégio afundem

O meu coração paulistano:

Um coração vivo e um defunto

Bem juntos."