Créditos: Pedro Ventura / Agência Brasília

A taxa de subutilização da força de trabalho bateu recorde no país

No primeiro trimestre de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho bateu recorde no Brasil, chegando a 24,7%: no total, 27,7 milhões estão nessa situação, que inclui os desempregados, pessoas que gostariam de trabalhar mais e aqueles que desistiram de buscar emprego. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, dia 17, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número representa o maior já registrado desde o início da série histórica, em 2012. Deste total, 13,7 milhões procuraram emprego mas não encontraram. Os demais são subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, pessoas que gostariam de trabalhar mas não procuraram emprego ou não estavam disponíveis para trabalhar.

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De janeiro a março, a taxa de desemprego foi de 13,1%, aumento de 1,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. Já a taxa de desalento, que indica as pessoas que desistiram de procurar trabalho, também bateu recorde, atingindo 4,1% no mesmo período. Dos 4,6 milhões de pessoas nessa condição, 60,6% eram da região Nordeste.

Segundo o IBGE, o desemprego é maior na região Nordeste, onde a taxa chega a 15,9%, e menor no Sul, que tem 8,4% de sua força de trabalho sem emprego. O estado com a maior taxa é o Amapá (21,5%) e com a menor é Santa Catarina (6,5%).

O que as pessoas estão fazendo para superar o desemprego em São Paulo? Assista ao vídeo abaixo:

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